Frase de Tereza Duzai
Augúrio Caminha a morte bela, sombria e cambaleante, a beber-me em doses lentas. Está bêbada a minha morte, bêbada de mim, rindo-se de mim. Não haverei de morrer de morte súdita, nem súbita. O baile continua, o gaiteiro continua, a dança continua, Ela continua. Ai de mim, coveiro amigo! Ai de mim!
No pensador.ai desde