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Frase de Barroes

Já é primavera Já é primavera em meu coração; A bela e milagrosa estação dos amantes; Ressuscita a destruição do inverno; As flores sorriem com o lindo amor seu. Já é primavera no meu coração; Floriu como flor, o amor; Floriu sentimentos de paixão; Também floriu a saudade deste amorzão Já é primavera, floriu o meu amor; Para colorir o jardim da minha paixão; Aromatizar com os ventos da renovação; Que forte sopram em tua direção. Já é primavera, rego suas sementes de amor; Que fluem como água em meu coração; E nesta fonte de amor, vou banhar-me; para restaurar-me com sua verdadeira paixão. Já é primavera, no silencio branda a ardia paixão; Que como fogo queima acordando minha alma; E me entrego por inteiro como fogo-fátuo; Neste cenário que flui em meu coração. Já é primavera , queima os elementos de vos; Queima coração, queima a paixão; Queima os desejos queima os beijos; Só sei que é bom e me faz um bem estar. Hoje já é primavera, te amo, te amo... Eternamente tua presença quero amar. Amo a grandeza deste teu amor A beleza a tua espontaneidade e virilidade Hoje já é primavera, meu eterno amor; Floriu meu coração de seus sentimentos; Ressuscitando com milagre meus sonhos; Me chamando para amar e ao teu lado ficar. E sempre será primavera Por te amar, amar, amar...

Barroes

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Pensador.com

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vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação;
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vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação; Apenas meu espírito hiberno na solidão. Encontro minhas forças na solidão; Não tenho medo das fortes ventanias; Mas da saudade que me escraviza; E na covardia faz calar meu coração. O tempo vai passando sem dar explicação; Engraxando de resignação meu destino; aponta na repartição as falhas do meus cabelos; Enfraquecendo meu vigor, apagando meu lampião. No escuro caminho sem ter satisfação ; Penetra no pulmão o ar da condenação; Palpitando no meu coração a destruição; Libertando para o domínio eterno, a solidão.

Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me;
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Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me; Perdido na conexão do destino. Repousa as heras da carência afetiva; Segurando nos tentáculos da minha alma; usufruindo dos seus benefícios; Amortizando a docência da decência. rasgando no deleito meus princípios; assoprando um vazio no meu viver; desordenando e tumultuando a harmonia; Petrificando meu pobre coração. Rescindindo meu singelo olhar; Meu ingênuo modo de amar; Angustiando com ilusões a felicidade; Que jamais a verei novamente.