Frase de Renatinha Moura
Prantos, não mais Oh! Lindas margens túrgidas Oh! Lindos prantos mórbidos Oh! Aves que voam e revoam meu pranto Dia e noite a soar seu canto Quando voltarei eu a cantar? Quanto a cantar alegremente voltarei? Se a cada dia que atravesso Parece-me que deste jamais sairei Sonho com luzes acesas Sonho acordada com a leveza Com a leveza e a liberdade Que em breve hei de conquistar Pois agora posso estar em prantos Pois agora posso estar rota e pálida Mas há de chegar o dia Dia em que brilhará minha alvorada E não mais na morbidez que hoje vivo Não mais nas disfunções relapsas da vida E sim, em busca do eterno Ao encontro da beleza e da poesia
No pensador.ai desde