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Frase de Pedro Bial

Não seja leviano com o coração dos outros. Não ature gente de coração leviano. Não perca tempo com inveja. Às vezes se está por cima, às vezes por baixo. A peleja é longa e, no fim, é só você contra você mesmo. Não esqueça os elogios que receber. Esqueça as ofensas. Se conseguir isso, me ensine. Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam, aos vinte e dois, o que queriam fazer da vida. Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Faça o que fizer, não se auto-congratule demais, nem seja severo demais com você. As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo. É assim pra todo mundo. Não leia revistas de beleza. Elas só vão fazer você se achar feio. Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro. Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons. Respeite os mais velhos. E não espere que ninguém segure a sua barra. Cuidado com os conselhos que comprar, mas seja paciente com aqueles que os oferecem. Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfregá-lo, repintar as partes feias e reciclar tudo por mais do que vale.

Pedro Bial

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com | Nota de autoria: Nota: Texto narrado por Pedro Bial e lançado no Brasil em 2003. É uma versão traduzida de “Everybody's Free to Wear Sunscreen”, que teve por base a coluna "Advice, like youth, probably just wasted on the young" escrita por Mary Schmich e publicada em 1997 no Chicago Tribune. Em 1997, o diretor de cinema Baz Luhrmann criou uma versão musical do texto.

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Outras frases de Pedro Bial

Se ver no outro, é voltar-se para si mesmo.
Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante. Faça o que fizer não se auto congratule demais, nem seja severo demais com você, as suas escolhas têm sempre metade das chances de dar…
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Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante. Faça o que fizer não se auto congratule demais, nem seja severo demais com você, as suas escolhas têm sempre metade das chances de dar certo, é assim para todo mundo.

Quem nos dá as maiores alegrias? Quem nos faz amargar dores sem remédio? Quem dá um espirro e nós que ficamos gripados?
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Quem nos dá as maiores alegrias? Quem nos faz amargar dores sem remédio? Quem dá um espirro e nós que ficamos gripados? Quem, com um soluço, nos faz desmontar em lágrimas? Com um sorriso, faz o dia mais cinzento brilhar como só num impossível caribe? Quem mora na nossa cabeça, como um ocupante bem-vindo e eterno? Quem nos mostra, com todas as letras, que não somos nada, não servimos para nada, além de servir? Quem, com uma nota baixa, consegue despertar nossa fúria? Com um biquinho, acaba com nossa marra? Quem nos criva de preocupações? Nos rouba noites de sono, por uma palavra não dita, pelo telefone que não toca? Quem nos faz acordar antes do sol, para que não se perca a hora de dizer, sem falta: presente!? Quem nos reapresenta à vida e nos faz ver o mundo como se fosse pela primeira vez, de novo? Quem nos revela nossa velhice e decadência? Por quem seríamos capazes de morrer? E ainda assim, quem nos faz imortais?