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Frase de Cristiane de Assis

Encontro com Diabo Já morri incontáveis vezes Mas sempre evitei o sono Avancei desconfiada No meu trigésimo terceiro outono Duvidei de outro inferno E quando o sete peles me veio de terno Com um manto flambado pra me aquecer Por rebeldia me recusei descer Teimando acendi um cigarro Fitei-o nos olhos profundos Pigarriei da garganta o catarro E o reconheci dos meus mais íntimos mundos

Cristiane de Assis

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Sangue indígena Sangue cigano Nem tão alienígena
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Sangue indígena Sangue cigano Nem tão alienígena Nem tão humano Omissão exposta Em vigília ou em sono Explorador da crosta Filho do dono Do início ao fim Do percurso ao meio Sendo o todo em mim Experimento sem freio Eu fui Eu sou Eu serei O que quero O que temo O que criei

E quando vier o inverno, a escuridão... Que eu domine o fogo com seu calor, luz e poder de transmutar. E se vier forte o medo, a incerteza...
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E quando vier o inverno, a escuridão... Que eu domine o fogo com seu calor, luz e poder de transmutar. E se vier forte o medo, a incerteza... Que a experiência do escuro e do frio superados revelem o aprendizado e sua beleza. E se vier o fim, se vier a morte... Que me seja suficiente o trajeto, que segui sem bússola que me apontasse um norte. Que eu tenha sido nada pra envergonhar minha essência. Enquanto tudo fui para honrar a centelha em mim confiada de existência.