Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
HORAS DE SAUDADE Vou de avivo no repouso, descontente E travas lágrimas nos olhos a prantear Ah! quanta avarenta emoção a suspirar Ah! quanto silêncio no sertão poente A hora no horizonte é vagar cadente Um adeus, sem acabar e a se quebrar Um vazio apertando a alma no pesar E uma solidão que fala com a gente A escuridão, e um nó na garganta Um feitiço que no amargor canta Cravando a sensação pela metade Tristura, e uma trova sem medida Querendo versar, e na dor sentida Redigem as horas duma saudade! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 05/11/2020, 12’07” – Araguari, MG
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde