Frase de Daniel G. Ribeiro
Hoje se fala muito da construção de uma nova moral. O grande problema social não está na formação desta, mas sim que esta nova moral esteja fora dos limites estabelecidos pelos valores éticos.
No pensador.ai desde
Hoje se fala muito da construção de uma nova moral. O grande problema social não está na formação desta, mas sim que esta nova moral esteja fora dos limites estabelecidos pelos valores éticos.
No pensador.ai desde
Ser cristão não é olhar para o outro Como quem tem a Verdade do mundo. Mas sim, ir ao mundo
Ser cristão não é olhar para o outro Como quem tem a Verdade do mundo. Mas sim, ir ao mundo Praticar a Verdade que tem com o outro.
A verdade que nos liberta, por nos tornar espíritos livres, é a saída da ingenuidade para o conhecimento epistemológico. O espírito livre é aquele que adquiriu autonomia, logo, pensa de modo diverso, transcende seu tempo, rompe; não é mais definido pela sua cultura, religião ou p…
A verdade que nos liberta, por nos tornar espíritos livres, é a saída da ingenuidade para o conhecimento epistemológico. O espírito livre é aquele que adquiriu autonomia, logo, pensa de modo diverso, transcende seu tempo, rompe; não é mais definido pela sua cultura, religião ou política, mais sim pela sua plena capacidade de discernir, optar e tomar posição; através da liberdade.
Se ensino uma criança ou um adolescente, é parte do meu “ser educador” saber se aquela criança ou aquele adolescente se alimentou pela manhã, se teve uma boa noite de sono etc. Faz parte do “ser educador”, do meu ser ético, medir esse aluno com a mesma medida que lhe foi oferecid…
Se ensino uma criança ou um adolescente, é parte do meu “ser educador” saber se aquela criança ou aquele adolescente se alimentou pela manhã, se teve uma boa noite de sono etc. Faz parte do “ser educador”, do meu ser ético, medir esse aluno com a mesma medida que lhe foi oferecida a vida.
Jesus vive nas comunidades, conhece o drama pessoal de cada indivíduo; percorre os povoados, e vê, de perto, a dificuldade do povo. Para educarmos é preciso, também, termos compaixão, ou seja, segundo a etimologia da palavra, participarmos da dor dos nossos alunos.