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Frase de Thiago Rosa Cézar

POEMA DO ARREPENDIMENTO As vezes não compreendo Por que o homem age assim Maltrata o próprio pai E só se arrepende no fim Aí depois que ele morre — Papai, volta pra mim. Não é por falta de aviso A história está aí Depois que ele se for — Queria você aqui! Aí não tem mais o velho Pra em seus braços cair Choro, tristeza e lamento Não há para onde fugir. É como diz o poeta O tempo é sempre senhor Depois de perder o papai Aí se vai o rancor — Queria te dar mais um pouco, de amizade e amor! E pra terminar o poema Fica a reflexão Tratar a todos os pais Com carinho e afeição E pedir com humildade — Papai, te peço perdão. Porque quando menos se espera — Adeus, meu velho amigão.

Thiago Rosa Cézar

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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"A Lei Penal tem a função de manter o convívio gregário dentro de uma ordem social aceitavelmente harmônica, gerando o paradoxo de que se utiliza a violência para evitar violência futura. Pune-se para não haver a necessidade de punir. Ou, chega-se finalmente, a ideia que se pune…
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"A Lei Penal tem a função de manter o convívio gregário dentro de uma ordem social aceitavelmente harmônica, gerando o paradoxo de que se utiliza a violência para evitar violência futura. Pune-se para não haver a necessidade de punir. Ou, chega-se finalmente, a ideia que se pune para sobreviver."