Frase de Janaína Abílio
em tempos de paz escrevo guerra em tempos de guerra escrevo desejo
No pensador.ai desde
em tempos de paz escrevo guerra em tempos de guerra escrevo desejo
No pensador.ai desde
e por nunca acertar o ponto de corte do abacate. é sempre um madurou, não madurou, madurou, não madurou, o caroço ainda não balança, vai ficando meio mole, bate um medo de estragar e fica um gosto de cica na boca.
tem uns poetas que são grandes grandes poetas enormes
tem uns poetas que são grandes grandes poetas enormes enormíssimos, li outro dia eu quero ser pequena minúscula nanopoeta
Água mole em pedra escura tanto bate que Iemanjá esconjura
Água mole em pedra escura tanto bate que Iemanjá esconjura revira os barcos e as pedras rolam.
fosse as contas, contratos, horários fosse o abuso, a flacidez, as jornadas contra a menina na janela
fosse as contas, contratos, horários fosse o abuso, a flacidez, as jornadas contra a menina na janela que conta os carros do pátio tenta adivinhar seus donos, marcas, destinos ela respira o nublado do apartamento no primeiro andar seu pulmão neblina ela sabe que o tempo condensa trajetos precipita