Frase de Augusto França
Mundo fétido, imensidão obscura, desejos insignificantes Com significados inconstantes Ah, podre mundo por onde vago, pobre centúria que me acede Aldeia, óh aldeia, o que será de ti? Benevolente e estupenda parte da sociedade Que me cura dos olhos malditos E me acalma com anedotas de um pássaro Preso nas trevas que me acolhem Em uma viagem pelos sentimentos que me afligem, sou um pobre ser Que vaga pela escuridão monótona E perpassa pela brutalidade efêmera da dor Eu, pobre eu Ainda penso que o mundo é mundo E através desse olhar profundo Vejo meu reflexo tênue Me rodeia o avassalador Que nos braços do amor me joga Me coloca entre seu mundo E tira toda minha dor.
No pensador.ai desde