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Frase de Davi Rogério da Silva Junior

⁠Por que, amor? Caminhei por toda a praia, Te vi em cada pedaço do caminho. Por vezes, gritei teu nome em silêncio Apenas dentro da minha mente. É tão difícil aceitar Que já não somos um casal... Por mais que eu queira, Não consigo seguir em frente Sem olhar para trás. Por que, amor? Por quê? Me entreguei por inteiro, Fui além das minhas forças... Eu me doei, amor, Até me perder. O cotidiano é insano, Melancólico... mortal. Cada lágrima que deixo cair Me lembra, com ódio, Daquele instante cruel. Queria ter tido forças Para me defender. É tão humilhante... Tão revoltante Não ter reagido, Não ter evitado... É fácil pedir que eu esqueça Mas impossível obedecer. Ódio, lágrimas, tristeza... É isso que tenho vivido. Esquecer? Talvez. Mas impossível, ao menos por agora. E sigo a caminhar... Gritando teu nome No silêncio do meu vazio. Por quê, amor? Por quê? Se ao menos tua ausência doesse menos, Se ao menos meu coração te esquecesse... Mas sigo vivendo de lembranças, Morrendo um pouco a cada passo. E no som do mar, Ainda escuto tua voz Dizendo adeus Sem nunca ter dito.

Davi Rogério da Silva Junior

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Pensador.com

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⁠ Se Você Soubesse... Te enxergo além dos olhos, Além do corpo, além do sorriso. Te enxergo com a alma, Com calma, Te despindo em silêncio com o pensamento. Ah... se soubesse o quanto eu te desejo, O quanto te adoro, O quanto te quero... Se soubesse, andaria mais vezes apenas de toalha, Como quem não quer, Mas sabe muito bem o que faz. Se soubesse, Me provocaria sem pudor, Me olharia com esses olhos doce cor de mel , E essa boca carnuda que acende meus instintos. Se soubesse, Não teria medo, Se aproximaria devagar, E tomaria posse do que já é seu... Se soubesse... Me tornaria teu escravo, Teu brinquedo, teu amante. Ah... se soubesse que já sou... Se você soubesse...

⁠ Você em Mim Eu tento fugir do seu nome,
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⁠ Você em Mim Eu tento fugir do seu nome, mas ele sussurra no vento, desliza nas frestas do tempo e se deita no meu pensamento. Acordo com você nos meus olhos, dorme comigo seu cheiro no ar, meus dias se tornam delírios viver é só forma de esperar. Você invade cada silêncio, cada gesto distraído, como se amar fosse vício, e você... o meu mais lindo perigo. E tento, juro que tento, calar esse amor sem freio. Mas seu rosto me vem como brisa, e sua ausência... me corta no meio. Não sei onde você termina, nem onde começa o que sou. Só sei que amar você é um incêndio que não queimou mas acendeu e nunca mais apagou.

Desejo em Pele e Alma Interessante... como teus olhos prenderam os meus,
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Desejo em Pele e Alma Interessante... como teus olhos prenderam os meus, num silêncio que gritava promessas. Minha boca, atrevida, buscou a tua, num toque quente onde o prazer dançava na pele e o desejo se derramava em suspiros. Incrível... como os corpos falaram sem palavras, numa língua só deles, arrebatando sentidos, levando-nos ao êxtase da paixão — um clímax sagrado e selvagem. E o tempo? O tempo se curvou diante de nós, feito cúmplice de um instante eterno, gravando em cada detalhe o mapa secreto de nossos suores, nossos gemidos, nossos pecados. Inacreditável imaginar que foi apenas um momento... Tão breve, tão intenso, tão inevitável. Um acaso que incendiou a alma, desencadeando um feitiço que até hoje arde em mim... Um desejo feroz, nu, sublime tatuado na memória do meu corpo, no suspiro da tua ausência, na eternidade de um toque.

Dores adormecidas "Dores existem, sim, Silenciosas, profundas,
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Dores adormecidas "Dores existem, sim, Silenciosas, profundas, Adormecidas talvez, Soterradas em nosso ser. Dores explicáveis, Com camadas profundas, Transformam-nos em alguém Que não reconhecemos mais. Influenciam nossas escolhas, Nossa identidade, Machucam sem dó, Nos matam aos poucos. Machucamos quem amamos, Justificamos por medo, Pela falta, pela culpa, Pedimos amor extremo. Como se o amor preenchesse O vazio desconhecido, Dores insuportáveis, Castigam-nos sem piedade. Leva-nos a lugares sombrios, Onde a alegria não alcança, Quem explica tanta dor? Quem cura tanta dor? Continuarei buscando, Por respostas, por cura, Por um alento, um refúgio, Para essas dores que me habitam."