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Frase de Emerson Mollin

Não se preocupe tanto com as lágrimas, muito menos com o nada, tudo passa, até aquelas pessoas que disseram nunca partir. Depois de algum tempo, você aprende a inutilidade de se apegar por coisas que não possuíam valor algum. A tão sonhada regra: viver e se sentir vivo, aproveitar cada minuto. É, não é tão simples na prática, é preciso deduzir quem são as pessoas certas e desconfiar daquelas que se dizem amar nas primeiras semanas. Dificilmente amam, fazem iludir. E pior, tentam enterrar você num sarcófago a sete palmos da terra enquanto você ainda respira e chora. Pare de se iludir, pois não levamos nada desta vida, você apenas precisa saber que felicidade própria é o maior bem que pode possuir.

Emerson Mollin

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Emerson Mollin

Tenho visto meu mundo mudar, enquanto me desapego das obsessões inúteis da vida. Digo com clareza que cansei de buscar por respostas, entendendo que as velhas perguntas já não servem mais. Não há nada para se arrepender, muito menos adorar. Aliás, arrependimento é uma palavra que…
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Tenho visto meu mundo mudar, enquanto me desapego das obsessões inúteis da vida. Digo com clareza que cansei de buscar por respostas, entendendo que as velhas perguntas já não servem mais. Não há nada para se arrepender, muito menos adorar. Aliás, arrependimento é uma palavra que os vivos conhecem? Pois sinceramente, falamos de possuir uma história, ser honestos e entender alguém, mas o que fazer com essa batalha interna que existe em nós? Só há um jeito, superar. Se as pessoas desejam partir, elas que escolham o sentido contrário, pois de tanto dar voltas, sempre acabam se encontrando diante do mesmo caminho. E olhar com desprezo não resolve, se odiar também não. Em vez disso, o chão torna-se o tão aguardado consolo, pronto para dizer o que os olhos insistem em negar: sua falta foi superada e as lacunas de solidão se fecharam. Agora seu amor não tem sentido algum, você foi uma covarde, a antítese de um amigo. E eu decidi partir antes que fosse tarde demais, sem cartas, nem lágrimas, tudo secou, e as poucas palavras aprisionadas revelam o sacrifício que eu faço: sobreviver.

A vida, como um acidente de carro ou uma metáfora inexplicável,
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A vida, como um acidente de carro ou uma metáfora inexplicável, perante a doença ou a cura. Os sentimentos, à mercê da perda ou da reconciliação, do horror de jamais rever alguém ou diante da felicidade de um abraço. A dúvida de existir, como um animal indefeso, à espreita de um felino, que voou tarde demais, e foi amordaçado. Por que você admira as penas, se nem mesmo tentou salvar o pobre pássaro?