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Frase de Yuuki Dier

Eu odeio Eu me Odeio Odeio as pessoas Odeio a burocracia Odeio ter que estar no meio disso tudo Eu Odeio meu cabelo Odeio meu corpo Odeio minha mente limitada Odeio meu sapato que faz barulho quando eu piso Eu Odeio propagandas Odeio anúncios Odeio que me desperte algum interesse Odeio que me façam ver isso tudo Eu Odeio a comida Odeio ter que comer pra viver Odeio os doces E Odeio que eles sejam tão gostosos Eu Odeio a vida Odeio o sol Odeio a chuva Odeio a terra que suja minha calça Eu odeio meu trabalho Odeio ajudar pessoas ingratas Odeio ter que fazer tudo isso pra ganhar dinheiro E odeio nunca ter dinheiro pra pagar as contas Eu odeio meu descontrole Odeio minha irresponsabilidade Odeio minha compulsividade E odeio quando a vida joga isso na minha cara. Eu Odeio tudo Odeio todos Odeio odiar tanto assim E me Odeio ainda mais por isso.

Yuuki Dier

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Mais um dia... Mais um passo à beira do abismo Mais um dia...
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Mais um dia... Mais um passo à beira do abismo Mais um dia... E menos vou te compreendendo Mais um dia... E mais a distância entre nós cresce Mais um dia... É menos sentido faz a vida Mais um dia... Só mais um dia, e nada mais. Mais um dia... Quantos dias mais isso durará? E mais um dia se passa.

⁠Eu queria que entendesse que me faço de pedaços de outros, e de mim. Não que eu tenha buscado me despedaçar, ou as artes estranhas de se reconstruir em fraturas. O mundo faz ser assim, te ofereci esse "Eu", cultivado e colhido dos tantos Yuukis que não vingaram. E te ofereci min…
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⁠Eu queria que entendesse que me faço de pedaços de outros, e de mim. Não que eu tenha buscado me despedaçar, ou as artes estranhas de se reconstruir em fraturas. O mundo faz ser assim, te ofereci esse "Eu", cultivado e colhido dos tantos Yuukis que não vingaram. E te ofereci minha essência, que foi por tantas vezes atirada a mãos alheias e a paixões tão distintas da sua. Eu aprendi com essas mãos alheias, e me fiz isso, que diz amar. É... nauseante? Imaginar que já fui de outras pessoas? Que já foi deles, e que vivi vidas inteiras, vidas curtas.... É nauseante saber que no prato que agora comes... foi prato já servido? Limpo... e utilizado tantas vezes quando um faminto humano tenha vindo ao meu encontro? Pois tudo nessa casa, tudo nessa alma, já foi para o lixo, e retornou dele, já foi mais bonito e também mais triste do que essa figura que se reforma e se ergue por você. Tens medo de serdes mais uma fratura? Mais um enfeite de tragédias do meu passado? De se tornar mais uma mobília de um lar para ontem? De me fazer mais útil, apenas depois do trágico fim? Mas que fim? Tens medo, ou Tens gosto pela posse? Querias voltar no tempo? Que eu fosse teu, ainda antes de saber que existias? Querias um Yuuki imaculado? Mesmo que custasse tudo que ergui, que salvei, que destrui? Tudo aquilo que tu contemplava até um segundo atrás? Queres que eu me desculpe por tantos reveses apenas para que tenhas uma figura ao chão, para dar aquilo que tão bem aprendestes a dar: Misericórdia. Para ver sinceridade nesse ato triste eu precisaria sentir vergonha de ter sobrevivido a tudo, vergonha de não ter me tornado uma derrota viva, reclusa em tormentos inválidos, afogado em possas rasos, enforcado em fios frágeis, das frágeis aranhas de banheiro. Pois abro meus braços duros a ti, e sorrio com meus dentes gastos. Você fica? Você aceita? Não precisas responder agora, sei que meus olhos te intimidam. Te fazem menina vulnerável. Vou me deitar, pois a noite a muito me tomou a disposição, deixarei a porta aberta e... caso decidas partir, faça em silêncio. Deixe as lacunas, eu as preencherei. Farei honras ao que vivemos, você dera uma bela cerâmica, com um contorno vivo aos meus olhos. Tudo que foi bonito, tudo que foi feio, se encaixará em num mosaico de mim.