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Frase de Patrick da silva freitas vieira

⁠“Quando Até Deus Se Cala” Sento no chão... e o mundo inteiro perde a cor. Só existe eu, o silêncio… e esse vazio que me mastiga por dentro. O peso nas minhas costas é de coisas que nem deveriam ser minhas. Culpa, cobrança, expectativa, como se eu, só por ser mais novo, não tivesse direito de cair, de doer, de quebrar. O amor que dei... foi embora nas mãos de quem nunca soube cuidar. Me humilhei pra ter migalhas, e no fim, só ouvi: “Não é mais pra ser... me desculpa...” Desculpa? E depois... silêncio. Sumiu. Me deixou refém de memórias que só eu carrego, sentindo falta de alguém que não sente de mim. E eu? Fiquei. Ajoelhado... gritando pra um céu que parece surdo, orando por 37 dias... e Deus? Deus não me respondeu. Não veio um sinal, não veio uma resposta, não veio nada. Só o eco do meu próprio desespero rebatendo nas paredes do quarto, nas paredes da alma. E eu me pergunto: "O que eu fiz de errado? Por que sou sempre eu? Por que até Deus se calou pra mim?" A cabeça pesa, o corpo treme, a mente grita: “Acaba com isso. Some. Desaparece.” E por um segundo… parece até que seria paz. Mas, mesmo destruído, com o peito rasgado e a alma quebrada, uma voz fraquinha, bem lá no fundo, ainda teima em sussurrar: “Se você ainda respira… é porque não acabou. A dor não é o fim. Você não é o fim.” Talvez… só talvez… mesmo quando até Deus se cala, Ele ainda tá aqui, só esperando eu levantar, nem que seja rastejando, nem que seja só pra provar pro mundo… que eu não vou morrer aqui.

Patrick da silva freitas vieira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Amor Eros. Talvez você nem saiba o que significa, mas, antes de eu te explicar, preciso te dizer algo: é um sentimento assustador. Você tem medo de se machucar ou de machucar alguém. É o amor mais confuso que existe. Por que confuso? Você se pergunta. Porque esse amor beira o am…
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⁠Amor Eros. Talvez você nem saiba o que significa, mas, antes de eu te explicar, preciso te dizer algo: é um sentimento assustador. Você tem medo de se machucar ou de machucar alguém. É o amor mais confuso que existe. Por que confuso? Você se pergunta. Porque esse amor beira o amor Philia e o amor Ágape. "Você é maluco!", deve ser o que pensa. Mas vamos lá: quantas vezes você já se apaixonou e pensou que amava aquela pessoa mais do que tudo na vida, e, no final, descobriu que apenas confundiu com o amor Philia? Quantas vezes se afastou, perdeu uma amizade por causa dessa confusão? Agora deve estar pensando: "Que amor horrível é esse?". Mas não é horrível. É um amor que precisamos entender e diferenciar. E, para explicar melhor, vou fazer uma poesia. Amor, paixão e confusão Amor, qual amor? talvez seja o maior enigma, calma aqui eu te conto, é o eros ou romantico, aquele amor que sente por um conjugue Mas eis que a confusão se insinua, entrelaçando a mente com o mundo da lua. Será desejo ou ilusão? Um furacão ou só uma contramão? Mas na bagunça há beleza pura, um caos que a alma não censura. Pois quem ama, mesmo em desatino, abraça o fogo e o destino. Então que venha a confusão, queimar de amor é nossa missão. Entre beijos, lágrimas e calor, vivemos o doce enigma do amor.

⁠“Era Uma Vez… Eu” Era uma vez... o início de uma história
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⁠“Era Uma Vez… Eu” Era uma vez... o início de uma história que todo mundo jurava que ia ter final feliz. Todo mundo... menos a vida. Fiz de tudo. Me entreguei, me dobrei, me quebrei. Amei do jeito mais puro, mais intenso, mais verdadeiro que alguém pode amar. E sabe o que eu recebi? Silêncio. Indiferença. Vazio. No fim… não fui amado como amei. Não fui escolha, não fui abrigo, não fui lar. A história terminou... não com ponto final, mas com três pontos, de quem fica esperando uma continuação que não vem. E eu? Fico aqui… tentando entender como é possível alguém ser tanto... e, mesmo assim, não ser o suficiente pra quem mais amou. Era uma vez... um amor que só existiu de um lado. O meu.

"Refém do Invisível" Sento no chão, olhos no nada, o mundo em preto e branco,
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"Refém do Invisível" Sento no chão, olhos no nada, o mundo em preto e branco, e eu… desbotado. Culpa que não é minha, peso que não é meu, mas me jogam, me culpam, como se ser mais novo me fizesse de ferro, me fizesse imortal. Amei até doer, me humilhei pra ter migalhas, e hoje sou refém de um amor que me acorrenta, de uma vida que me arrebenta. Queria sumir, desaparecer, não pra fugir... mas pra saber se alguém sentiria minha falta. Se alguém olharia pro vazio e pensaria: “Ali existia alguém... alguém que só queria ser amado.” O que eu fiz de errado? Por que sempre eu? Por que meu grito ecoa no nada e ninguém ouve, ninguém vê, ninguém sente? Talvez... talvez me atirar no silêncio seja mais fácil do que continuar implorando pra existir, pra ser visto, pra ser ouvido. Mas… entre o abismo e o chão, talvez exista uma mão. Talvez exista um recomeço, talvez, só talvez... exista vida além do peso, exista cor além do cinza, e eu aindanãoenxerguei.

⁠"Se Ainda Respiro, É Porque Não Acabou" Sento no chão... olho ao redor...
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⁠"Se Ainda Respiro, É Porque Não Acabou" Sento no chão... olho ao redor... e tudo é cinza, tudo é vazio. Nem o relógio faz sentido mais. A madrugada é cúmplice do meu silêncio, e o peso... ah, o peso… esse nunca dorme. Carrego nas costas culpas que não são minhas, expectativas que esmagam, gritos que nunca viram som. Meu avô luta contra o tempo, minha vó perdeu a si mesma na tristeza, minha mãe se apoia em mim… e eu? Quem me segura... quando nem eu me aguento mais? Amei tanto... tanto... me humilhei só pra ganhar migalhas de presença, pra ouvir no final um: “Não é mais pra ser… me desculpa.” E sumiu... como se eu fosse descartável, como se amar fosse um erro, como se eu... fosse o erro. Me tornei refém de mim mesmo, prisioneiro de sentimentos que só eu sinto, de memórias que só eu carrego. E agora oro... não por fé, porque ela se perdeu no meio do caminho, mas por costume, por desespero, por medo de que, se eu parar… eu também desapareça. Dia trinta e sete... trinta e sete dias de oração com as mãos vazias, ajoelhado no deserto, olhando pro céu e perguntando: "Por que?" O que eu fiz de errado? Por que sempre eu? Por que a vida insiste em me lembrar que ser eu nunca é suficiente pra ninguém? Penso em sumir, me lançar no nada, talvez lá embaixo o silêncio me abrace, talvez… ou talvez nem isso. Mas... entre um soluço e outro, entre uma lágrima e outra, ainda escuto lá no fundo uma voz pequena, quase apagada, que sussurra: “A dor não é o fim. Você ainda respira.” E talvez... só talvez... se eu ainda respiro, é porque Deus não desistiu de mim, mesmo quando eu já desisti.