Frase de Aparecido Raimundo de Souza
NÃO SEI SE PARO ONDE ESTOU OU, CONTINUO MENTINDO A MIM MESMO, QUE VOCÊ NÃO EXISTE.
No pensador.ai desde
NÃO SEI SE PARO ONDE ESTOU OU, CONTINUO MENTINDO A MIM MESMO, QUE VOCÊ NÃO EXISTE.
No pensador.ai desde
Nosso passado Gosto de meditar... E ao passado transportar
Nosso passado Gosto de meditar... E ao passado transportar o pensamento... E lá nos encontrar, embaraçados, sem a intimidade que hoje temos no momento... Ir passear em nossos primeiros dias que agora são de saudade... Caminhar, embevecido, ciumento, apaixonado, de braços dados contigo e a Felicidade!... Imergir... Ir ao fundo do passado cristalino buscar a pérola desejada... E deslumbrado voltar com a concha pequenina, abri-la, e se encantar, com nosso amor – pérola nacarada. Mirar-me no espelho de cristal do nosso encontro primeiro... E ver, ali refletida, em nossa jovem imagem, a esperança definida num puro amor verdadeiro! Remexer esse pó de ternura multicor... e vê-lo elevar-se, a brilhar... E, com o sopro da saudade, Espalhá-lo, sempre... Sempre... Para mantê-lo à vontade, no pensamento... A bailar... Ah! Meu amor, o nosso amor... os nossos dias de enlevo, que ainda conservamos, qual búzio, no coração... Cantando saudosamente, na voz da recordação!... ...Melhor tivesse eu crescido, sem teu amor no coração... Fonte. Do livro: “Havia uma ponte lá na fronteira” de Aparecido Raimundo de Souza. (Companhia das Letras janeiro de 2013).
Quando ela chegou uma música divina escapou pela calçada. Acalmaram-se rostos na alegria do seu nascimento. Alma de nuvem, o sol se fez mais bonito transpassando os dias que iluminariam seus dias vindouros. A estrada de Amanda é longa, como o infinito. E o infinito parece uma lu…
Quando ela chegou uma música divina escapou pela calçada. Acalmaram-se rostos na alegria do seu nascimento. Alma de nuvem, o sol se fez mais bonito transpassando os dias que iluminariam seus dias vindouros. A estrada de Amanda é longa, como o infinito. E o infinito parece uma luz se acendendo junto a um punhado de estrelas brilhando na imensidão que paira diante de seus olhinhos cor da esperança. Amanda é um pássaro de papel desenhado por mãos hábeis – uma menina que veio com o dom de trazer a alegria do Altíssimo em nome de Marlucia e Aparecido. E como a vida, que inspirou os dois, assim é a presença dela, pujante e real como fios paralelos tecendo janelas de instantes imorredouros dentro da magia da sua própria existência. Amanhã ela brincará na areia – como a vida nos seus sonhos. Ela é a morada do bem-te-vi voando no fio da alegria. Da alegria que recolhe, na sua caminhada, a esperança que fortalecerá eternamente o porvir.