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Frase de Abismismo0

Infelicidade humana Projeção astral de um ser onipotente, tal filosofia grega, jas nos dizia; Nós mesmos seres distintos, egoístas a ponto de criar deuses a nossas imagens para o sentido de nossa vida buscar a está terra enferma que nos enlouque-ra, faça-nos delirar, Delírios que nos faz matar.. Guerras e guerras a criar, distúrbios e sangue ao chão. O Sangue em nossas mãos, o choro, as lágrimas derramados aos antepassados. Por isto há, existência de deuses, somos cegos a ponto de nós mesmos nos cegar-mos, embusca de diminuir nossa solidão. O vazio que corrói é aflita o coração. A cura de enfermos, doenças jas então onde esta? Nossa maior dor está a espreita em nossa solidão. Desesperados seja a morte que nos ampara, crescemos, vivemos, parecemos, a terra voltaremos a consciência extinta, marcas de nos aqui, na qual iremos deixar. A varios de mim, sobre esta mesa na qual estou, o tolo, o velho, o sabio, a criança, os delírios, não sabemos o tempo que ficaremos com cada um de nós mesmos, nesta vida que iremos trilhar, nesta mesa não se sabe o tempo que me restará. ⁠

Abismismo0

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Pensador.com

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⁠Ca estas um pintor, ela tela branca jas não era.. A vida a manchou-a por inteira.. Tamanha confusao pinceladas...cores que estremessem o coração,
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⁠Ca estas um pintor, ela tela branca jas não era.. A vida a manchou-a por inteira.. Tamanha confusao pinceladas...cores que estremessem o coração, Leves, confusas, fortes, terrivelmente transcendentais, ao fim o certo não ocorreu... O pintor a procura do branco para pintar sua dor.. Para pintor o belo... O belo... No fim ele a encontrou, uma obra prima.. Onde ele se encantou....

⁠Oque farei... Minha vida sem você.. Minha vida só é vivida...
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⁠Oque farei... Minha vida sem você.. Minha vida só é vivida... Pois na vida tenho você... Oque será de meu coração... Sem ter a lua que bate forte... Que faço-o palpitar, bater a cada segundo... Sem ter o medo de viver... Sem você... Não poderei viver... Irei morrer... Soterrado, sobre a terra e o mar... Jogado, abandonado... Morto por fim quero estar.. Minha chama se apagará.. O frio me consumirá.. Sem carne sem osso.. Nem as lembranças me sobrará... Meu último suspiro, pensamento.. Minha fala será, eu a amo minha lua.. Mais aqui é o meu fim... Brilha e ilumine o solo e os jardins... Por fim, o meu fim.

⁠Ohh vida... Onde está o amor... Quero sentir o pudor..
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⁠Ohh vida... Onde está o amor... Quero sentir o pudor.. Desenhos na qual desenho, Sobre lapis e papel... O preto de minha essência... Esplendencia de minha inocência.. Corrompido pela dor... Pela arte ou artista.. Raízes que lhe prendem a arte.. A tristeza que o cerca até a morte que os mata.. A solidão que os enlouquece... A inesistência da vivência do ser... O amor, na qual o artista nunca saberá ter... Pois logo ao sentir... Se enlouquece.... Pois louco se torna, vozes e pesadelos os cerquem Por isto repito... Quero o amor jamais vivido... A chama que me enlouqueça... As lágrimas que caem a cabeça... Quero que sejas você.... Minha lua Minha existência... Minha ternura, meu ser que faz ser, o ser mais amado, onde neste mundo, onde amado não fui... Apenas pisado, esmagado, alado.

⁠O desejo de morrer... Por fim o ato de tirar minha... Da vida na qual não se sabe respirar...
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⁠O desejo de morrer... Por fim o ato de tirar minha... Da vida na qual não se sabe respirar... Estou acabado alado... Desacabado... Torturado pela vida, por não ser vivida... Por fim aqui estou,remoendo no vazio... Preso sem Luz... Meu corpo pálido.. O sangue sólido, a essência de meu corpo.. Desaparecidas de meu torso.. Desapontamentos na qual a vida me traz... Tamanha morte veneras.. Aqui a vida tiro.. Sobre o olhar vazio do mundo sombrio... Onde não a vida..apenas o comum.. Pessoas sem vida...sem essência.. Vidas não vividas tiradas de si mesmo... Ao mundo corrompido... Ao laço que cortamos, nossas gargantas engasgamos ao sol a terra o mar... Na cama estamos, deitados, chorando, lágrimas escorrem, o corpo dormente, O desejo quente, de morrer, desaparecer.... Pessoas na qual amamos, deixaram de nos ver, de sertir-mos, de ouvirmos, me mate o vida, raízes jas sofridas, enroscados em minha pupila, não os vejo, vejo o preto, vejo a agunia, não sei se sinto se sinto o sentido do sentimento, oque sou, quem quero ser, será que o desejo de morrer será mais forte do que a arte de viver.... Quero sofrer, por fim, fortalecer. Representar o belo a arte em meia a dor.. Não artista ser o sofrimento que lhe segue até a morte que nos segue...este sou eu.