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Frase de Regiane Vieira

⁠O hiato e a ponte Quero escrever algo com que eu me orgulhe mas no hiato entre um trabalho e outro nada sai, nem se quer uma gota de tinta e é insuportável. A mente está vazia, isso é um tanto preocupante e discuto comigo mesma tentando achar algo com que prenda, mas nada a interessa e procurar esta sendo cansativo. Não sei nem porque me doo tanto na escrita se quando não vem sinto tanta raiva que chego a quebrar o toco de lápis e rasgar os papéis que não tenho com tanta facilidade nesse mundo de meu Deus. Há quem diga que a escrita é um caminho sem volta. Bem como se o lápis tivesse passado a borracha na ponte do não saber e o agora. Agora que escrevo sinto a necessidade de escrever mesmo sem ter o quê, e isso irrita. Será que outros escritores se sentem assim ou só eu? "Qualé anne! O mundo não gira em torno de você..." Será que alguém se sente como eu?

Regiane Vieira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Mas que saco. grande ou pequeno? acho que grande. grande o suficiente para me cobrir
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⁠Mas que saco. grande ou pequeno? acho que grande. grande o suficiente para me cobrir e me acolher, a mim mesma. Eu só queria falar que eu falo muito, e isso me incomoda mas me ajuda. Eu penso e escrevo. Talvez eu ponha tudo naquele saco do começo, talvez encha melhor do que mim.

⁠A vida é curta demais para se martirizar. Enquanto você tá aí deitada se culpando o outro está lutando para alcançar os desejos e sonhos.
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⁠A vida é curta demais para se martirizar. Enquanto você tá aí deitada se culpando o outro está lutando para alcançar os desejos e sonhos. Enquanto você se anula por que acha que não merece tal feito, o outro está se orgulhando da pequena meta que fez. Para então.. Para, só para. Vai realizar teus sonhos, tu só tem uma vida. Só tem ela, e vá ser quem você realmente é, ninguém liga para o que você faz, se dê amor próprio e cuide de você, e realize seus sonhos.

⁠Eu não tenho rótulo para o que escrevo, escrevo e pronto. Pego a caneta e rabisco no papel
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⁠Eu não tenho rótulo para o que escrevo, escrevo e pronto. Pego a caneta e rabisco no papel o que me vem, e como me vem. Sei que penso demais e nesse exato momento estou pensando que isso não te interessa. Necessito que não me leia, mas me sinta. Sou uma maldita escritora amadora, que não me conformo em deixar na cabeça tudo o que ela pensa. Rabisco tudo, e tudo parece tolo demais para outro ser humano me ler. E também minha letra é um amontoado de rabiscos Não sei o que pensaria se visse. Não tenho a escrita preguiçosa, eu só acho que minha cabeça é rápido demais para uma mão alcançar. Sou uma escritora amadora e por agora não quero mais falar.