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Frase de Laerte Antônio

A Porta Das Ovelhas Aqui nada é real, é só fumaça — ilusão de realidade. Somos seres espirituais caídos por arrogância na argila e atolados na terra — terra e sangue, sangue de sacrifício — tangidos pela Lei que não podemos cumprir, por isso sempre em pecado, caídos e perdidos... até que Deus nos oferta a sua Graça gerando em seu amor seu Filho: Jesus Cristo feito homem para nos alcançar e redimir num último, último e suficiente sacrifício — pregado numa cruz e feito Salvador de todo o que Nele crê. ........................................ De sorte que hoje e sempre todo o universo se sustenta no Sacrifício do Filho: a Porta das ovelhas... como Ele se autodenominou — o Sacrifício dos sacrifícios: a nossa Corda de luz que nos retira dessa Encrenca Cósmica e nos devolve ao reino de Deuspai — pela unção e entendimento que nos dá o seu Espírito. LA

Laerte Antônio

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Pensador.com

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SENSAÇÕES-VIAGENS Há sensações que são barcos enquanto velejamos no oceano interior da vida. Há sentimentos que são portos num gosto adiado de chegar: um sabor de lonjuras, cristalizadas em azuis, lembrando o verde das vagas de um nômade fluir, distantes, azulizantes... Sensações barcos, sentimentos portos — enfunados de um vento azul, indo e vindo, daqui, dali, azul azul azul... Sinestesias de um viajar interno, vestido de amplidão e pensamento no vasto sabor anil e sal, entre o glauco arfar das ondas e vôos lonjuras de gaivotas...

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Um Tilintar De Prata... Um tilintar de prata, um quê de rosa, aquela voz caía fundo em alma, brisa morna através de fina palma, murmúrios a luzir poesia em prosa. Um tilintar claríssimo, uma glosa de fino repentista em tarde calma... o escorrer pelo rosto de uma lágrima, uma lembrança entre azul e rosa. Finos talheres que jamais usei, taças cantando um sonho cor de vinho, voz hialina dizendo o que não sei. A rosa, a prata, a voz: esse o caminho — lembrança sazonada de um outono caindo como folha ao abandono. LA