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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Mineram Os vegetais, seres vivos, mineram Com exemplar sabedoria. Do solo extraem Nutrientes e água Utilizando as raízes. Através das folhas, Verdadeiras usinas Utilizando energia limpa, Secretam carbono da atmosfera. Dão oxigênio como efluente No milagre da fabricação Do próprio alimento Pela fotossíntese Suas folhas Verdadeiras geradoras Que não poluem Extraem o necessário À própria sobrevivência Sem impactos E acúmulos supérfluos Fornecem o alimento Imprescindível à vida O início da cadeia alimentar Mineram Com exemplar procedimento Observando Com invejável aplicação O princípio da: “Perfeição pela não percepção” Segundo o qual, Se observarmos Uma área minerada E reabilitada E não percebermos Terem ali Se realizados Operações de mineração, Certamente estaremos Diante do que poderíamos Considerar O desejável ideal do minerar. A ser tomado, Sempre, Como referência Em qualquer Projeto de mineração Bem elaborado. Continuamos convictos De que: “Minerar é assegurar, Economicamente, Com mínima perturbação ambiental, Justa remuneração e segurança, A máxima observância Do princípio Da conservação mineral, A serviço do social”

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.