Frase de Antonio Costta
RIO MORTO (Parodiando Manuel Bandeira) Onde as águas puras do passado Produziam vida em abundância Contemplo agora a realidade Do presente, degradado, poluído, Onde escorre, na areia, o rio morto. Rio morto, rio morto, rio morto. Águas de paisagem cristalina Que abasteciam os ribeirinhos! Águas, potáveis águas, Para bebermos jamais. Se perderam com o rio morto. Rio morto, rio morto, rio morto. Rio morto, rio injustiçado Rio violentamente, rio Morto, sem motivo algum, Razão nenhuma. O que foi Ficou no passado. Agora é apenas um rio morto Rio morto, rio morto, rio morto.
No pensador.ai desde