Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
Poeminha no viver Meu viver, que és um canto Que n’alma sempre a nascer E eu, neste morar vivo tanto Portanto, tenho a agradecer. Os anos que vão passando São de desfolho sem dó Se turbulentos ou brando Dão-me ventura, não sou só! A minha fé, minha confiança São meus olhos, olhos meus Tal um flechar de esperança Como uma benção de Deus! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 11 de março de 2020 - Cerrado goiano Olavobilaquiando
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde