Pular para o conteúdo

Frase de Sibéle Cristina Garcia

Todo cuidado começa com uma escuta genuína Vivemos em um mundo onde a comunicação acontece em tempo recorde. Enviamos mensagens enquanto tomamos café, assistimos a vídeos enquanto fazemos compras e ligamos o piloto automático durante conversas importantes. Nesse ritmo acelerado, a escuta parece ter perdido sua essência. Não basta ouvir; é preciso escutar. Escutar genuinamente é mais do que captar sons ou interpretar palavras. É abrir espaço para que o outro se sinta acolhido, compreendido e respeitado. É permitir que as dores, os sonhos e os medos encontrem um lugar seguro para se expressar, sem pressa ou julgamento. Muitas vezes, diante de um desabafo, estamos tão ocupados em formular uma resposta que esquecemos o mais importante: estar presentes. Quando escutamos com a intenção de cuidar, silenciamos nossas respostas automáticas e nos conectamos ao que o outro realmente precisa. Essa é a base de qualquer relação que floresce. Um olhar atento, um aceno afirmativo, um silêncio respeitoso no momento certo… pequenos gestos de quem escuta com a alma podem ser o remédio mais poderoso. Porque, na verdade, o cuidado não se limita ao que oferecemos; ele reside, sobretudo, em como estamos dispostos a receber o outro em sua totalidade. A escuta genuína é uma ponte que conecta corações. É o primeiro passo para transformar relações e construir um ambiente onde o cuidado, a empatia e o amor sejam protagonistas. Quando escutamos de verdade, damos ao outro o maior presente: o reconhecimento de sua existência. Então, antes de dizer qualquer palavra, pergunte a si mesmo: estou realmente aqui para ouvir? ✍🏼Sibéle Cristina Garcia

Sibéle Cristina Garcia

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Sibéle Cristina Garcia

A vida é considerada como algo grandioso, capaz de acolher seres diferentes -o homem e a mulher, pares distintos, dotados de razão e emoção, dualidade que outorga a ambos uma semelhança incontestável, como a necessidade de amar e ser amado, ou seja, de compartilhar uma vida- a- d…
Continuar lendo

A vida é considerada como algo grandioso, capaz de acolher seres diferentes -o homem e a mulher, pares distintos, dotados de razão e emoção, dualidade que outorga a ambos uma semelhança incontestável, como a necessidade de amar e ser amado, ou seja, de compartilhar uma vida- a- dois. Neste sentido, aos olhos um do outro, movidos por uma atração que os tornam especiais, o homem e a mulher se unem, formam uma parceria permeada de sentimentos e incertezas que se não forem bem compreendidas podem desequilibrar o relacionamento. Sendo assim, a abordagem de assuntos pertinentes ao casal, exposto diante do grande grupo, de maneira generalizada e sutil, favorece o entendimento de si, do parceiro e do cotidiano em geral, percebendo que os problemas só mudam de casa. Desse modo, aspectos como dar e receber amor, prazer, companheirismo, respeito são primordiais para quem quer ser feliz a dois; garantindo uma convivência sensível, reflexiva e crítica, capaz de associar realidade e fantasia, elementos essenciais para a produção de um grande show.

Os circuitos amorosos Momentos culminantes são aqueles de amor mágico, instantâneo, quando duas pessoas se encontram numa curva da vida e se sentem magnetizadas uma pela outra, como se uma força irresistível as atraísse. Esses encontros "não marcados" geram uma sensação de eufo…
Continuar lendo

Os circuitos amorosos Momentos culminantes são aqueles de amor mágico, instantâneo, quando duas pessoas se encontram numa curva da vida e se sentem magnetizadas uma pela outra, como se uma força irresistível as atraísse. Esses encontros "não marcados" geram uma sensação de euforia, de encantamento, que nos joga para fora da realidade, para uma outra dimensão, em que perdemos a noção do tempo e espaço. Mergulhamos totalmente no outro e nos deixamos envolver. Vibramos numa intensidade anormal, só por ele, e experimentamos, de maneira profunda, uma sensação de incredibilidade: "Não acredito que isso esteja acontecendo comigo!" ou "Será possível que encontrei aquilo que vinha sonhando(com os olhos fechados ou abertos) há tanto tempo?". É essa a descoberta maravilhosa que as pessoas chamam de amor à primeira vista. Mas será que isso é amor de verdade? Acontece que, em certas ocasiões, um determinado traço físico ( um sorriso, um olhar) de uma pessoa provoca uma lembrança excitante ou prazerosa de alguém a quem amamos. Isso gera uma "faísca", uma atração, que logo vem seguida de projeção, isto é, nós atribuímos a essa pessoa qualidades que nem sabemos se ela tem ou não. O amor à primeira vista é construído não a partir da realidade, mas de uma imagem. É como se você, que está se apaixonando, fosse um pintor, pegasse uma tela em branco e pintasse, ou seja, projetasse nela o seu ideal: a mulher ou o homem dos seus sonhos. Às vezes pode ocorrer do outro corresponder e até ir além das expectativas. Nesse caso, a atração se transforma em amor. Parece que as pessoas que se apaixonam instantaneamente têm dentro de si uma imagem mental idealizada do tipo de homem ou mulher que gostaria de amar e que, por sua vez, preencheria todas as suas necessidades. Você entra num bar, numa discoteca, vê alguém que poderia se encaixar nesse papel e...acontece! Todos os seus sonhos, todos os seus desejos são imediatamente transferidos para essa pessoa. Ela vai te saciar, te completar, te compreender, te carregar no colo, nos ombros, nas costas. Quem sabe? Não importa.

Os sinais de trânsito do amor Verde? Vermelho? Amarelo? Você já reparou que na vida existem basicamente três tipos de pessoas: as que estão comprometidas, as que estão descomprometidas e as que estão em “trânsito”?
Continuar lendo

Os sinais de trânsito do amor Verde? Vermelho? Amarelo? Você já reparou que na vida existem basicamente três tipos de pessoas: as que estão comprometidas, as que estão descomprometidas e as que estão em “trânsito”? Você pode olhar e pensar: “Essa pessoa está no vermelho”. Isto é, está comprometida, não pode se ou não quer se envolver, sexualmente ou emocionalmente. No trânsito da vida, um sinal vermelho nem sempre significa que não dá para passar. Mas, se a decisão for passar, é bom ir bem devagar. Pode acontecer da pessoa mostrar vermelho por fora, mas não estar sentindo isso por dentro. Outras estão no vermelho tanto por dentro como por fora. Normalmente essas pessoas nem olham para os lados — o que dificilmente acontece com as que estão com sinal verde ou amarelo. Entretanto, não é bem isso que ocorre nas encruzilhadas da vida. Em geral, as pessoas não olham direito, avançou o sinal e acabam se machucando por não perceber que o outro estava olhando em outra direção ou simplesmente não estava olhando. Nessas situações, cada um só enxerga aquilo que quer, avança no sinal vermelho, não escutou guarda apitar, da trombada e jura que o sinal estava verde, ou pelo menos amarelo. Enquanto o outro garantir que estava vermelho. Então aparecem as testemunhas oculares, que reproduzem melhor os fatos por que estão do lado de fora. Nesse momento, podemos verificar se estávamos enxergando bem, mal ou propositalmente fora de foco. Amarelo, em geral, é aquela luzinha que não para de piscar: “atenção, atenção, atenção…”Olhe para mim! Quando você for ao encontro de um amarelo nos cruzamentos da vida, entre com cuidado. Olhe para os lados, para ver se não vem ninguém, e então vá em frente. Verde significa trânsito livre, disponibilidade total nas duas direções: de quem vem e de quem vai. Nas ruas da vida, muitas vezes você cruza com alguém justamente no momento em que o que você tem para dar é aquilo que a outra pessoa está querendo ou precisando e vice-versa. Mas não existem só essas três cores nas encruzilhadas da vida. Se você prestar bastante atenção, vai ver que há muitas variações, muitas nuances. Você pode encontrar sinais amarelo -esverdeados, amarelo-alaranjados, rosa-claro ou rosa escuros, entre outros. Essas são as pessoas que estão “em trânsito”, passando de uma situação para outra. Com o tempo, e conforme o tom, você aprende quando pode avançar, quando é perigoso e quando deve brecar. No trânsito na vida, os engarrafamentos são bastante comuns, isto é todo mundo quer avançar ao mesmo tempo. Um exemplo disso é o carnaval. Supostamente, num baile carnavalesco, todo mundo está disponível. São quatro dias em que se abandona a realidade para brincar. Todos os sinais estão verdes, o que causa muitos engarrafamentos. Mas isso só até a quarta-feira de cinzas, quando a vida recomeça, “alaranjada”, “amarelada”, ou, às vezes, “cinzenta”, até o próximo carnaval. Você pode ainda encontrar um sinal apagado em certos cruzamentos. O que significa que aquela pessoa saiu de circulação, pelo menos por algum tempo, ou está aguardando alguém que venha consertar seu sinal, que foi danificado, ligeira ou profundamente, por uma batida ou algum incrível desencontro. Alguém, então, percebe que aquele sinal está com defeito e começa reclamar, levando a própria pessoa a tentar descobrir onde está o defeito e procurar consertá-lo. Se no trânsito da vida ocorrem tantos encontros e desencontros, o fundamental é cada um deixar claro o seu grau de disponibilidade logo no início de um relacionamento. Só assim — com uma dose muito grande de honestidade emocional — é que se consegue evitar engarrafamentos, trombadas ou acidentes graves, que podem machucar seriamente não só quem os provoca mas também o outro que estava jogando com o destino.

Adeus aos Paraísos Artificiais No mundo virtual, onde o perfeito é regra e o natural é exceção, hoje trouxe um sopro de realidade. O Instagram, palco de vidas cuidadosamente editadas, tirou de cena os filtros que suavizavam traços, afinavam narizes, aumentavam olhos e criavam ce…
Continuar lendo

Adeus aos Paraísos Artificiais No mundo virtual, onde o perfeito é regra e o natural é exceção, hoje trouxe um sopro de realidade. O Instagram, palco de vidas cuidadosamente editadas, tirou de cena os filtros que suavizavam traços, afinavam narizes, aumentavam olhos e criavam cenários que nem as nossas mais ousadas fantasias poderiam imaginar. Será que estamos prontos para encarar o espelho sem o disfarce do paraíso artificial? A mudança já movimentou conversas e gerou debates. Algumas pessoas tratam a novidade com desdém, como se fossem imunes à ditadura da imagem; outras, no entanto, vivem um misto de ansiedade e negação, prevendo um feed mais vazio e uma timeline menos glamourosa. O que será da selfie sem o toque de mágica? Como encarar os rostos reais, com seus poros, rugas, marcas e histórias? Por trás dos filtros, muitas vezes escondíamos não apenas imperfeições, mas também inseguranças. Criávamos avatares de nós mesmos, versões idealizadas que atendiam ao olhar do outro e, muitas vezes, nos distanciavam de quem realmente éramos. A máscara digital era um conforto, mas também um aprisionamento. O medo de não sermos suficientes, de não cabermos no padrão, fez com que o filtro virasse mais do que uma escolha: ele se tornou um escudo. Com o fim dos filtros, surge a oportunidade de reaprendermos a gostar do que vemos. Não será fácil. Afinal, a sociedade não perdoa facilmente a imperfeição. Mas será libertador para quem decidir aceitar o desafio de ser visto como é, sem floreios ou contornos irreais. Um rosto autêntico pode não atrair milhares de curtidas, mas será a expressão mais honesta de quem você é. Talvez o fim dos filtros seja um chamado para olharmos além das imagens. Para enxergarmos as pessoas não pelo que mostram, mas pelo que vivem. Uma nova chance de nos conectarmos pelo essencial, e não pelo superficial. Um lembrete de que somos muito mais do que pixels. Que venham as fotos com luz imperfeita, os sorrisos espontâneos, as marcas da nossa história. Talvez hoje não seja o apocalipse do Instagram, mas sim o início de uma era mais humana. ✍🏼Sibéle Cristina Garcia Adeus aos Paraísos Artificiais No mundo virtual, onde o perfeito é regra e o natural é exceção, hoje trouxe um sopro de realidade. O Instagram, palco de vidas cuidadosamente editadas, tirou de cena os filtros que suavizavam traços, afinavam narizes, aumentavam olhos e criavam cenários que nem as nossas mais ousadas fantasias poderiam imaginar. Será que estamos prontos para encarar o espelho sem o disfarce do paraíso artificial? A mudança já movimentou conversas e gerou debates. Algumas pessoas tratam a novidade com desdém, como se fossem imunes à ditadura da imagem; outras, no entanto, vivem um misto de ansiedade e negação, prevendo um feed mais vazio e uma timeline menos glamourosa. O que será da selfie sem o toque de mágica? Como encarar os rostos reais, com seus poros, rugas, marcas e histórias? Por trás dos filtros, muitas vezes escondíamos não apenas imperfeições, mas também inseguranças. Criávamos avatares de nós mesmos, versões idealizadas que atendiam ao olhar do outro e, muitas vezes, nos distanciavam de quem realmente éramos. A máscara digital era um conforto, mas também um aprisionamento. O medo de não sermos suficientes, de não cabermos no padrão, fez com que o filtro virasse mais do que uma escolha: ele se tornou um escudo. Com o fim dos filtros, surge a oportunidade de reaprendermos a gostar do que vemos. Não será fácil. Afinal, a sociedade não perdoa facilmente a imperfeição. Mas será libertador para quem decidir aceitar o desafio de ser visto como é, sem floreios ou contornos irreais. Um rosto autêntico pode não atrair milhares de curtidas, mas será a expressão mais honesta de quem você é. Talvez o fim dos filtros seja um chamado para olharmos além das imagens. Para enxergarmos as pessoas não pelo que mostram, mas pelo que vivem. Uma nova chance de nos conectarmos pelo essencial, e não pelo superficial. Um lembrete de que somos muito mais do que pixels. Que venham as fotos com luz imperfeita, os sorrisos espontâneos, as marcas da nossa história. Talvez hoje não seja o apocalipse do Instagram, mas sim o início de uma era mais humana. ✍🏼Sibéle Cristina Garcia