Frase de Elizethe Ferreira Gama
As vezes quero ser pura, mas sou pedreira, concreto, Linhas duras, ângulos ... Paralelas infinitas, pontos sem finais...virgulas reticencias... Vez ou outra, sou janela aberta, com cortina de seda, esvoaçante , transparente onde o vento me percorre... As vezes um banco vazio, a espera da mudança das estações... Muitas vezes me confundo entre folhagens, relva e a própria chuva... e fico a esmo, sem saber bem o que sou...
No pensador.ai desde