Pular para o conteúdo

Frase de Salomão B. Miguel Domingos

⁠" A verdadeira prisão do ser humano, independentemente de ser homem ou mulher, é a dependência em suas várias formas: social, económica, política e cultural. Enquanto permitires que essas forças te guiem e condicionem as tuas escolhas, estarás acorrentado aos limites impostos por terceiros. O respeito genuíno do mundo só te será concedido quando fores capaz de romper esses grilhões e alcançar a liberdade de pensar e decidir por ti mesmo. A dependência, não apenas limita o teu potencial, mas transforma-te num escravo dos tempos modernos, mesmo em pleno século XXI. Serás realmente livre apenas quando a tua autonomia não depender da vontade alheia." Lisboa, 07 de outubro de 2024

Salomão B. Miguel Domingos

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Salomão B. Miguel Domingos

⁠O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento m…
Continuar lendo

⁠O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento merece expressão e que, por vezes, o silêncio é mais eloquente que a palavra. Assim, ele escolhe criteriosamente o que dizer, atento ao impacto de suas palavras e ao valor da sua própria idoneidade. Esta postura permite-lhe manter o respeito e a confiança alheia, pois não se deixa levar pela impulsividade, mas sim pela razão e pela temperança. Lisboa, 11 de Novembro de 2024

⁠ " As nossas decisões e, sobretudo, as nossas escolhas têm o poder de determinar um futuro próspero ou desastroso. Por essa razão, é fundamental saber escolher, evitando, assim, a tendência de ver o diabo em todas as coisas e de culpar os inocentes pelos infortúnios. O homem e…
Continuar lendo

⁠ " As nossas decisões e, sobretudo, as nossas escolhas têm o poder de determinar um futuro próspero ou desastroso. Por essa razão, é fundamental saber escolher, evitando, assim, a tendência de ver o diabo em todas as coisas e de culpar os inocentes pelos infortúnios. O homem e a mulher possuem a capacidade de moldar o seu próprio futuro. Não permita que as emoções predominem sobre a razão; seja ponderado, adote uma postura racional e esteja atento aos sinais que a vida lhe apresenta." Lisboa, 15 de Novembro de 2024

⁠ " Somos imperfeitos e pecadores, tanto para com o nosso próximo como para com Deus; contudo, o mais grave erro que podemos cometer na sociedade é o de buscarmos justificação perante aqueles que julgam sem ouvir a outra parte, perante os insensatos e, sobretudo, perante os narc…
Continuar lendo

⁠ " Somos imperfeitos e pecadores, tanto para com o nosso próximo como para com Deus; contudo, o mais grave erro que podemos cometer na sociedade é o de buscarmos justificação perante aqueles que julgam sem ouvir a outra parte, perante os insensatos e, sobretudo, perante os narcisistas. Sê prudente e contempla o Altíssimo, pois, a seu tempo, Ele te justificará." Lisboa, 2 de Novembro de 2024

Reflexão Jusfilosófica e Política Não se afigura racional que uma nação se declare um Estado Constitucional, comprometendo-se com os princípios do Estado Democrático, Republicano, Multipartidarismo, separação de poderes e, acima de tudo, com a tutela dos direitos humanos fundame…
Continuar lendo

Reflexão Jusfilosófica e Política Não se afigura racional que uma nação se declare um Estado Constitucional, comprometendo-se com os princípios do Estado Democrático, Republicano, Multipartidarismo, separação de poderes e, acima de tudo, com a tutela dos direitos humanos fundamentais, tais como o direito ao voto. Promovem-se eventos eleitorais — a “festa da democracia”, quer em eleições gerais, quer legislativas — e, ainda assim, não se respeita rigorosamente a vontade popular na eleição do Presidente da República (...), anulando, desta forma, a soberania popular. Se a intenção é permanecer no poder ao arrepio da vontade do povo, não seria mais coerente declarar-se um Estado de orientação Comunista, onde o monopartidarismo prevalece? Lisboa, 27 de Outubro de 2024