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Frase de Jéssica Pernis.

Eu não consigo forçar simpatia, é de mim já, não consigo fingir gostar de alguém que na verdade não me agrada nenhum pouco. Mas é claro que sei ser educada até com aqueles que me enojam, afinal a educação é algo bonito, e a uso mesmo com as pessoas que eu não gosto. O que eu quero dizer é que não sei ser falsa com ninguém, se eu não gosto, eu não gosto. Se a pessoa realmente for observadora vai saber se gosto ou não dela, não consigo disfarçar, meus olhos me entregam, meu sorriso então… e meus gestos mais ainda. Quando eu gosto eu gosto mesmo, falo, grito, canto, perturbo, chamo atenção, implico, defendo.. agora quando eu não gosto, eu realmente não gosto, posso até falar com a pessoa, mas será apenas por pura educação e não emoção.

Jéssica Pernis.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Jéssica Pernis.

Sou chata, sou ciumenta, sou irritante, sou nervosa, sou melosa, sou estressada, sou bagunceira, sou carente, sou chorona, sou festeira. Mas independente do aconteça, eu sou sempre eu mesma.
Cheguei numa fase da minha vida em que eu quero apenas ser feliz, pois é, mesmo que haja aqueles dias ruins, eu quero sempre ter um sorriso bem largo no rosto. Mas quero ser feliz mesmo, internamente e externamente. Não faz sentido eu ficar sofrendo, ou reclamando da vida, isso n…
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Cheguei numa fase da minha vida em que eu quero apenas ser feliz, pois é, mesmo que haja aqueles dias ruins, eu quero sempre ter um sorriso bem largo no rosto. Mas quero ser feliz mesmo, internamente e externamente. Não faz sentido eu ficar sofrendo, ou reclamando da vida, isso não ajudará em nada a minha situação. Afinal de que modo eu posso mudar a minha história, com blá blá ou com ação?

Aquele momento em que você para e pensa sobre a sua vida, sobre você, sobre seus amigos e familiares. Aquele momento que você percebe que não se encaixa em nenhum lugar, nem em baladas com as amigas, muitos menos com aquele grupo super popular da faculdade, ou simplesmente no mom…
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Aquele momento em que você para e pensa sobre a sua vida, sobre você, sobre seus amigos e familiares. Aquele momento que você percebe que não se encaixa em nenhum lugar, nem em baladas com as amigas, muitos menos com aquele grupo super popular da faculdade, ou simplesmente no momento em que a família está toda reunida numa mesa, conversando e rindo horrores de bizarrices do passado. Você apenas fica observando todos, os observa com um pouco até de desprezo, mas não por maldade, e sim porque realmente não se sente bem ali e nem em outro lugar. Talvez o problema seja com você, ou com as pessoas, você mesma não sabe responder. Então prefere ficar assim, sozinha em casa escrevendo textos confusos que nem você mesma entende. Você se sente melhor sozinha do que acompanhada, mesmo que no fundo faltasse algo. Algo além dos amigos, da família… algo que tocasse realmente seu coração, e que te fizesse plural, algo que a fizesse se sentir bem, e feliz.