Frase de Li Azevedo
Quando você enterra um amor que já morreu, passado o luto, você se descobre vivo(a) novamente. Quando você tenta matar um amor enterrando-o vivo, você morre, e ele nunca!
No pensador.ai desde
Quando você enterra um amor que já morreu, passado o luto, você se descobre vivo(a) novamente. Quando você tenta matar um amor enterrando-o vivo, você morre, e ele nunca!
No pensador.ai desde
Gente que admira pessoas que conseguem aprender com experiências alheias, mas é o oposto: só aprende se quebrar o nariz. O próprio.
Escrivã(o), o insubstituível e imprescindível elo de ligação entre o início e o fim de uma história. O elo de convencimento entre a investigação e a apresentação da mesma. Quem amarra fios soltos, e desamarra qualquer tipo de nó, com a ponta os dedos.
Paixão é nó, e amor, vai ter que ser no “braço”, digo, laço.
É desacelerando que se aproveita melhor a paisagem!