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Quem duvida da força das interferências ambientais na formação do sujeito não pode deixar de pensar nas influências das pessoas que estão ao seu redor e as que fizeram parte de sua vida. Querendo ou não, somos fruto das relações de interferência ambiental, mas esses movimentos não são lineares (causa e efeito) acontecem de forma caótica. Não somos uma tabula rasa, nem uma folha de papel em branco, mas o que se próxima do ser humano é simples como a água e complexo nas relações de interferência ambiental. Podemos mudar nossa cor de diversas maneiras, nosso formato também se modifica. Somos como água, o vinho, óleo e a gasolina. Somos maleáveis, reagimos mas também assumimos formas e cores que são impostas e geralmente não conseguimos ficar totalmente imunes a essas interferências ambientais.