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Frase de W.H. Auden

⁠Acerca do sofrimento, nunca se enganaram Os Velhos Mestres: quão bem entenderam A condição humana; como está presente Enquanto alguém se alimenta ou abre uma janela ou monotonamente segue a caminhar; Como, enquanto os velhos esperam apaixonada e reverentemente Pelo miraculoso nascimento, deve sempre haver Crianças que não queriam especialmente que acontecesse, patinando Num lago na orla da floresta: Nunca esqueceram Que até o mais terrível martírio deve seguir o seu curso, Custe o que custar, a um canto, nalgum lugar descuidado Onde os canídeos acorrem em suas vidas de cão, e o cavalo do torturador Coça seu inocente traseiro por detrás de uma árvore. No Ícaro de Brueghel, por exemplo: como tudo se afasta Ociosamente do desastre; o lavrador poderá Ter ouvido o splash, o grito desamparado, Mas para ele não era um importante fracasso; o sol brilhou Como soía sobre as pernas brancas que desapareceram na verde Água; e o frágil e grandioso navio que deve ter avistado Algo espantoso, um rapaz caindo do céu, Tinha um destino para ir e afastou-se calmamente.

W.H. Auden

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com | Nota de autoria: Nota: Poema Musée des Beaux Arts (Museu de Belas-Artes, em tradução literal), escrito em dezembro de 1938.

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Parem todos os relógios, desliguem o telefone, Evitem o latido do cachorro com seu osso suculento, Silenciem os pianos e com tambores lentos
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Parem todos os relógios, desliguem o telefone, Evitem o latido do cachorro com seu osso suculento, Silenciem os pianos e com tambores lentos Tragam o caixão, deixem que o luto chore. Deixem que os aviões voem em círculos altos Riscando no céu a mensagem Ele Está Morto, Ponham gravatas beges no pescoço dos pombos brancos do chão, Deixem que os guardas de trânsito usem luvas pretas de algodão. Ele era meu Norte, meu Sul, meu Leste e Oeste, Minha semana útil e meu domingo inerte, Meu meio-dia, minha meia-noite, minha canção, meu papo, Achei que o amor fosse para sempre: Eu estava errado. As estrelas não são necessárias: retirem cada uma delas; Empacotem a lua e façam o sol desmanchar; Esvaziem o oceano e varram as florestas; Pois nada no momento pode algum bem causar.

Pare os relógios, cale o telefone; evite o latido do cão com um osso; emudeça o piano e que o tambor surdo anuncie a vinda do caixão, seguido pelo cortejo. Que os aviões voem em círculos, gemendo e que escrevam no céu o anúncio: ele morreu. Ponham laços pretos nos pescoços branco…
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Pare os relógios, cale o telefone; evite o latido do cão com um osso; emudeça o piano e que o tambor surdo anuncie a vinda do caixão, seguido pelo cortejo. Que os aviões voem em círculos, gemendo e que escrevam no céu o anúncio: ele morreu. Ponham laços pretos nos pescoços brancos das pombas de rua e que guardas de trânsito usem finas luvas de breu. Ele era meu Norte, meu Sul, meu Leste, meu oeste. Meus dias úteis, meus finais-de-semana; meu meio dia, meia-noite, minha fala e meu canto… As estrelas não são mais necessárias, apague-as uma por uma. Guarde a lua, desmonte o sol. Despeje o mar e livre-se da floresta. Pois nada mais poderá ser bom como era antes.