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Frase de Airla Peres

Se acovarda Se esconde Desrespeita Não aceita Repulsa Retruca Se cala, Ou fala. Ignora Comemora a dor dos teus irmãos Egoísta Imprudente Segue firme Inconsequente Não obedece E se esquece Consciência não se limpa Apenas lavando as mãos

Airla Peres

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Airla Peres

Acordar Tem dia que a gente acorda Com vontade de acordar
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Acordar Tem dia que a gente acorda Com vontade de acordar O que está adormecido O que nos deixa reprimido O que não nos deixa levantar O que nos impede de sorrir De sonhar, de nos despir Aquele medo de amar Acordar o grito preso Entalado na garganta Que sufoca a esperança E prende, A vontade de lutar Acordar os sonhos Levantar a autoestima Calçar-se de coragem Vestir-se de vontades Fazer acontecer e mudar Mudar de dentro pra fora Mudar o rumo, Mudar o jeito, Despir-se por inteiro E mandar ir embora O medo de acordar Acordar pra vida Abrir-se para o mundo E os sentimentos mais profundos Mesmo os que em forma de ferida Possam nos libertar Acordar o choro Sacudir a alma Externar os traumas Encontrar a calma Deixar as lágrimas lavar Lavar a alma Limpar a áurea Reestruturar Fazer voar os pensamentos Aproveitar cada momento E acreditar que o tempo Tudo pode transformar

Quando o coração escreve... O Amor faz falta É tanto ódio,
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Quando o coração escreve... O Amor faz falta É tanto ódio, Tantas Guerras Tragédias, Intolerância É tanto preconceito Violência, arrogancia e dor O que mais falta faltar Para que possamos acordar Pra que possamos compreender, que Em tudo nos falta amor Falta amor próprio Pela vida E, pelo próximo Amor que não precise ser medido Que não precise de razão Que não seja apenas dito Que não pregue religião Amor, Nos falta muito Mas o ódio, É sem medida É tanta violência intolerância Uma ignorância descabida Quantas guerras começadas Pelo mundo E dentro de nós Por atitudes E sentimentos Que crescem e tomam voz Não a voz da verdade Não a voz do amor Não a voz da tolerância Mas a voz da ignorância E quanto mais alto se grita, Mais cresce essa dor Dói não poder falar Porque ninguém quer ouvir Nao basta compartilhar O que não podemos sentir Todo mundo grita junto E ninguém pode compreender Todos fecham os olhos Ou simplesmente fingem não vê Diz que falta amor Que falta Deus Que falta compreensão Não respeita a dor alheia Não sabe estender à mão Em tudo quer moeda de troca Não importa quem vai pagar Não importa as consequências Que a troca possa causar Desde que não seja você Quem leve a pior Tanto faz, Dane-se o outros Se você encontrar paz Que paz vem com a falta De amor De tolerância? De respeito? De amor ao próximo? Me diga em que circunstancia Tu pode encontrar a paz Com tanta ignorância? Faz falta o amor O respeito O desejo de um mundo melhor Não somente para ti Mas para todos ao teu redor Não falo só dos teus Famila, Amigos e conhecidos Mas todos ao redor do mundo Principalmente Os esquecido Aquele que tu não enxerga E finge que não vê Que te estende a mão na rua Pedindo o que comer Aquele que tu ignora Quando te cumprimenta E tu sente até nojo Julgando suas vestimentas Tantas coisas nos falta Ou julgamos faltar Por não termos conquistados Ou não pudemos comprar Mas o amor, que falta hoje E que tudo pode mudar Vamos acordar meu povo, Esse não pode faltar Se hoje te falta amor, Se alguma coisa te causa dor Olhemos uns para o outro E quem sabe, consigamos Em nós mesmo o amor achar ... O amor faz falta...

⁠Abro os olhos Nem tudo é claro Fecho olhos
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⁠Abro os olhos Nem tudo é claro Fecho olhos A escuridão me toma O medo me consome A bala nem sempre perdida As palavras sempre doidas Me fazem dormir E não querer acordar E mesmo querendo, Talvez eu não acorde Me sinto sufocado Me sinto preso Ao preconceito A violência A indecência De quem me julga pela cor Sem ar Preciso acordar Luto Com o medo Com o mundo Devolvam meu ar Preciso viver Mudar o rumo Da minha vida Da minha história É preciso lutar Traçar um destino Diferente deste Que o teu preconceito Tenta me dar Louco, desatino, Ainda acredito, mas Será que viverei preso Ao sonho de liberdade Que muitos querem roubar? Continuo preso Preso em casa Preso em mim Ou numa cela Preso em pensamentos Julgamentos Que crime cometi Que me tira tudo? Até o direito De está onde estou De ser livre De sonhar? Ao que parece, Meu crime é minha cor Sou criminalização Sou julgado Condenado A cela A morte A dor Por carregar comigo A legitimidade de uma história De lutas, Conquistas, Por carregar Além de sonhos, minha cor. Grito Não me ouvem, ou Querem me calar Me roubam tudo E o crime, O que não cometi, Querem me ver pagar Tu cometes, Eu pago, Não importa Sou ferido Contido Punido Querem me ver ajoelhar Querem me ver caído E assim comemorar Ainda resisto Preciso levantar A autoestima A voz O ânimo A confiança Pra mim, tudo importa Meu lugar no mundo Meu lugar de fala A ferida no peito A dor na alma O ar que me falta Tento me manter vivo E vivendo, me sinto morto Preso Quero sair

⁠Pés no chão, areia quente Vento bate indicando a direção O remo ajuda a conduzir a liberdade de escolher para onde o barco vai.
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⁠Pés no chão, areia quente Vento bate indicando a direção O remo ajuda a conduzir a liberdade de escolher para onde o barco vai. Quem dera fosse fácil toda terra à vista. Mas que graça teria navegar sem emoção? Às vezes o remo quebra, o barco vira Mas de uma forma ou de outra ele sempre chega a terra firme. Se o barqueiro não desistir de prosseguir ou ter sabedoria que algumas tempestades não precisamos enfrentar correndo o risco do barco afundar. Sejamos corajosos para seguir, e sábios para, quando necessário, saber atracar.