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Frase de Jamis Gomes Jr.

⁠A estrada com Deus Confesso que já tive medo. Medo de várias coisas, desde situações que justificam essa emoção até mesmo filmes de terror. Nas últimas semanas, essa palavra tem martelado em minha mente. Entendi que o medo é uma parte natural da vida, mas tudo precisa estar em equilíbrio. O medo faz parte do ser humano, mas, em excesso, pode se tornar um obstáculo. Li e ouvi em entrevistas que o medo pode ser visto como falta de confiança em Deus e ausência de fé. Impressionante, não é? Vamos ser francos: não importa o que venha a acontecer, o medo estará sempre presente. Mas o ponto que tem martelado em minha mente não é eliminar o medo, e sim aprender a confiar! Acham mesmo que Abrão (mais tarde Abraão), pai da fé, não teve medo ao ser desafiado a sacrificar seu próprio filho? Qual foi o diferencial? Ele teve fé! A fé, a confiança em Deus e a intimidade que cultivou com o Senhor lhe deram a força para colocar a fé acima do medo. É importante notar que o medo em excesso pode bloquear a fé! É essencial destacar que temer a Deus é diferente de ter medo de Deus. Temer a Deus significa respeitar Sua soberania e obedecer prontamente. O medo, por si só, não contribui e, se o faz, é de forma limitada. Não espero que todos compreendam isso, pois frequentemente somos chamados de loucos e cristãos são rotulados como fanáticos. Para aqueles que compreendem, buscam entender ou que estão de passagem e desejaram ler até o fim, compartilho um exercício que me veio pela manhã, perto do café e ainda sonolento. Imagine que caminhar em busca de Deus é como dirigir por uma estrada. A estrada tem placas sinalizadoras que indicam os caminhos e opções que podemos tomar. Portanto, precisamos estar atentos a essas placas e vigilantes a cada quilômetro percorrido. A estrada não vai te dar todo o percurso em uma única placa. É etapa a etapa. Deus é assim. Ele revela as coisas aos poucos. Um passo de fé, assim como fez Abraão. Deus nos instrui a buscá-Lo em primeiro lugar e as outras coisas serão acrescentadas. Ele deseja que cuidemos das coisas essenciais, e o medo muitas vezes nos priva disso. O medo pode nos impedir de enxergar as belezas ao nosso redor. A ânsia de querer chegar ao destino, sem se preocupar devidamente com a velocidade e com a direção certa, pode nos levar a sofrer algum tipo de acidente nessa estrada. A caminhada com Deus não é necessariamente uma via expressa, por mais que não dure muito mais do que 80-100 anos essa viagem. Preocupar-se com a velocidade do veículo ao lado é vaidade, é o mesmo que correr atrás do vento. Se acelerarmos demais e estivermos atentos, o Senhor também nos alerta através de Seu radar. O ponto é: é possível planejar chegar a um destino, é permitido acelerar em alguns momentos, mas olhar ao redor, apreciar as paisagens, curtir a companhia de quem está nessa viagem, estar atento às instruções das placas e enfrentar as dificuldades fazem parte dessa jornada com Deus. E quão boa ela pode ser! Temos o volante e muitas vezes depende de nós para onde o carro vai. Não é garantido que tudo sairá como planejado, mas aproveitar cada minuto da viagem, dos momentos mais belos aos mais difíceis, é importante. É claro que o destino importa para o cristão; muitos anseiam por isso, mas curtir a viagem faz parte. Portanto, viajemos obedientes às placas e diligentes até o fim da estrada.

Jamis Gomes Jr.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Jamis Gomes Jr.

Lacradores da lacração “Lacrou”, que é uma gíria popular recente usada por brasileiros, pode ser interpretada como “arrasou” ou “você disse tudo” e expressa bem qual é a “onda” hoje – ser o centro das atenções. A maioria quer ser o centro da atenção. Em um mundo onde a internet…
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Lacradores da lacração “Lacrou”, que é uma gíria popular recente usada por brasileiros, pode ser interpretada como “arrasou” ou “você disse tudo” e expressa bem qual é a “onda” hoje – ser o centro das atenções. A maioria quer ser o centro da atenção. Em um mundo onde a internet reina disparadamente desde sua ascensão os que não se importam perdem espaço, pois a propaganda/publicidade é o que importa hoje. Quem “lacra” aparece e o mesmo faz publicidade, não necessariamente nesta ordem, mas é um dos meios. Como dito antes “arrasou”, “você disse tudo”, entre outros, faz-se entender que todo esse mecanismo não vem de hoje, ou seja, “lacrar” é só mais um “update” dos demais modos de dizer “arrasou”, etc. Cada artista/figura pública, em suas respectivas áreas, tem ou teve uma maneira de fazê-lo. A diferença é que por vezes esta gíria é associada a uma maneira fútil de querer aparecer nos dias de hoje, diferentemente no passado onde era utilizada para especificar algo feito por um bem maior ou pelo menos expressar algo significativo/interessante. O ódio gratuito proporcionado pela internet é parte fundamental disso, mas não é necessário odiar a internet e muito menos a gíria, pois ela é só mais uma no vasto cardápio português coloquial. Portanto, não odeiem a “lacração”, apenas ignorem os usuários, pois com o tempo terão pensamentos laçados e ações lacradas.

Por quê, futebol? Hoje aconteceu algo não tão peculiar – o quê não deixa de ser triste – , Messi e Cristiano Ronaldo, dois dos maiores jogadores de futebol da história, foram eliminados nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2018 – no mesmo dia! Sem tempo nem pudor os deuses d…
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Por quê, futebol? Hoje aconteceu algo não tão peculiar – o quê não deixa de ser triste – , Messi e Cristiano Ronaldo, dois dos maiores jogadores de futebol da história, foram eliminados nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2018 – no mesmo dia! Sem tempo nem pudor os deuses do futebol tiraram de ambos a oportunidade de seguir sonhando com, possivelmente, o título mais desejado ou então o quê os falta. Porém, futebol é assim. É amor e ódio. Amamos quando ganham ou escrevem lindas histórias dentro de campo e odiamos quando perdem. (Um ódio talvez mais voltado para a frustração/tristeza). Contudo, é na tristeza que aprendemos algo novo ou relembramos algo velho, algo importante, e hoje tanto Uruguai quanto França nos lembraram que o coletivo faz tanta diferença quanto o individual, pois essa foi a chave de ambas as vitórias. Sendo assim, vou-me indo, pois depois do ódio vem a dor e após este fatídico dia, dela estou cheio. (Escrito em: 30/06/18).

A dor oculta Ao assistir um filme que provavelmente era algum tipo de comédia/romântica – juro que não lembro-me. Havia um jovem que era ou desejava ser escritor e ele escrevia bem, mas faltava-lhe intensidade/sofrimento/dor em geral causada por amor, disse-lhe o professor. Tal…
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A dor oculta Ao assistir um filme que provavelmente era algum tipo de comédia/romântica – juro que não lembro-me. Havia um jovem que era ou desejava ser escritor e ele escrevia bem, mas faltava-lhe intensidade/sofrimento/dor em geral causada por amor, disse-lhe o professor. Tal coisa que ele, o jovem, ainda não havia experimentado. O que pensava eu ser um ato de imoralidade, não se chateiem comigo, mas ser escravo do amor parece algo doloroso! Perguntava-me: “Por quê buscarei a dor de algum amor rejeitado para escrever um bonito parágrafo?” isso não fazia sentido, mas esta pergunta apenas surgiu em minha mente, pois tenho uma mania peculiar – que acredito não ser o único – de procurar semelhanças entre os personagens dos filmes e eu. Após o professor dizer ao jovem o que faltava-lhe, essa pergunta surgiu. O que até então achava fielmente ser estupidez, mas com um tempo percebi que isto não é uma falácia. Pois, na real há de sofrer-se para conquistar algo desejado. Tudo que almejamos, se for de real valor – não digo só financeiramente, mas também sentimentalmente –, trará dor. Em algum momento iremos sofrer, mas não é em vão e sim por algo maior... nossa felicidade, nossa liberdade! Algumas das pessoas mais acarinhadas ou reconhecidas tiveram que sofrer para então escrever seus “textos” e ,assim, somos agraciados por obras memoráveis seja no esporte, literatura, música ou arte. Sendo assim, é possível perceber que dor esta interligada não apenas em fazer um bom texto, mas realizar um sonho, ser feliz, enfim, esta ligada a vida! Já dizia o exagerado Cazuza – que soube viver como ninguém – na época de Barão Vermelho em “Sorte e Azar”: “Tudo é questão de obedecer ao instinto que o coração ensina a ter, correr o risco, apostar num sonho de amor, o resto é sorte e azar”.

O dono da expansão Ao assistir o filme "The founder" senti-me motivado para criar meu próprio negócio, apesar de não ser bem isso o quê acontece no discorrer do filme, porém é algo momentâneo. Como todo ser humano tem manias, eu as tenho e uma delas é me assemelhar com os person…
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O dono da expansão Ao assistir o filme "The founder" senti-me motivado para criar meu próprio negócio, apesar de não ser bem isso o quê acontece no discorrer do filme, porém é algo momentâneo. Como todo ser humano tem manias, eu as tenho e uma delas é me assemelhar com os personagens. Assim como ao assistir um filme de luta nos sentimos eufóricos e tentados a praticar um(a) esporte/luta, em filmes variados sinto emoções específicas. Assistir como o Ray Kroc expandiu a marca "McDonald's" me fez ficar em estado de utopia. Isto é, a maneira como ele conquistou o sonho não foi das melhores, porém permanece um feito e tanto. Um homem inclinado a conquistar o sonho americano custe o que custar e que embora os contras, há prós bem significativos. A derrota nunca foi um oponente páreo em sua vida, embora obtivesse diversas, e a "fome de poder" o sucumbiu a ponto de nem caber em si próprio, porém ele realizou o objetivo! Nunca desistiu apesar de inúmeros projetos fracassados e sempre alimentou sua mente com pensamentos positivos, pensamentos como este: "É fácil ter princípios quando se é rico. O valor está em ter princípios quando se é pobre." Portanto, o filme mostra, apesar das linhas tortas, que é preciso aproveitar os ingredientes da vida, digo oportunidades, e desistir não é uma opção - pelo menos não a ideal -, então, qual é o tamanho da sua fome?