Frase de Matheus Henrique Carneiro Pinto Ruiz
Na dança sutil dos corações, O eco do desdém se desfaz em sutileza, Como pétalas de rosa, delicadas e efêmeras, A falta de consideração, um manto que se desata, Em distância, em silêncio, em amor-próprio, se traduz. Não envie mensagens ao vazio, Pois lá, apenas o eco da solidão responde, Em vez disso, reserve suas palavras, Para aqueles que sabem ouvir a canção da alma. Não desperdice sua vida em lamentos vazios, Em amores que não sabem reconhecer seu brilho, Aprenda a dar-se ausência, Para aqueles que não sabem apreciar sua presença. Não tema a perda das pessoas, Mas sim a diluição de sua própria essência, Ao tentar agradar a todos, Perdendo-se em um mar de expectativas alheias. Exclua, em silêncio, aqueles que não merecem, Pois suas almas sabem exatamente o que fizeram, Às vezes, cortar os laços é uma necessidade, Uma libertação, um renascimento, uma verdadeira proeza. Dizem que toda pessoa é a certa, Mas alguns vêm para amar, Enquanto outros, com suas lições árduas, Nos ensinam a arte do próprio amor. Que estranha coincidência é o amor, Uma sinfonia que às vezes se cala, Mas que ressurge, vibrante e etérea, Quando encontramos a harmonia dentro de nós mesmos. Assim, estabeleçamos limites saudáveis, Afastemo-nos daqueles que não nos valorizam, Pois priorizar nosso próprio bem-estar emocional, É o caminho para encontrar a verdadeira felicidade.
Matheus Henrique Carneiro Pinto Ruiz
No pensador.ai desde