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Frase de Carlos de Castro

Páscoa é tempo de amor, de família e de paz... É tempo de agradecermos discretamente por tudo que temos e por tudo que teremos. Páscoa é um sentimento nos nossos corações de esperança, fé e confiança. É dia de milagres. É dia dos nossos sonhos parecerem estar mais perto, tempo de retrospecção por tudo que tem sido e uma antecipação de tudo que será. É hora de lembrar com amor e apreciação, das pessoas em nossas vidas, Que fazem diferença Hoje, e todos os dias da tua vida, que a alegria da Páscoa invada o teu oração e o daqueles que amas, irradiando luz para iluminar e fazer brilhar o mundo em que vivemos, enchendo-o de saúde, paz e amor. Que o coelhinho te traga muito mais que simples ovos de chocolate. Que ele te traga muita saúde, amor, felicidade, compreensão, carinho. Que você seja abençoado, por aquele que nos deu sua vida. É o que te desejo sinceramente porque amigos como você a gente não pode esquecer...

Carlos de Castro

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Pensador.com

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⁠O MENINO E A BOLA Ele ia atrás da bola. Que belo, ele a correr
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⁠O MENINO E A BOLA Ele ia atrás da bola. Que belo, ele a correr O menino de sua mãe, Que Deus a conserve e tem No enlace com seu pai, Em risonho amor de viver. Chuta, vá meu pequenino, Afaga os teus pezitos na bola, Com o esquerdo ou o direito O teu chutar é perfeito, Rumo ao verdadeiro destino Traçado na camisola. E no passar do sol pela lua, Pelo fogo, pelo ar, pela água Sem mágoa E pela terra, Um dia, nunca te esqueças Peço-te, não esmoreças, Pois a vida será sempre tua Nua e crua, Pela verdade que encerra. (Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 01-04-2023)

O HOMEM DO POEMA Sempre que escrevia, agoirava: Não vale nada!
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O HOMEM DO POEMA Sempre que escrevia, agoirava: Não vale nada! Que poesia mais chanfrada!... Talvez namoro ou derriço, Ou grito agudo de lamento Daqueles que a alma vomita Numa sensata heresia, Enquanto lhe resta tempo?... Mas quando o poema nascia Na transpiração suarenta Do corte da placenta Do filho que foi dado à luz, Entre coxas de sofridão, Na mais completa escuridão Onde só se via a cruz, O homem chorava então, Já não agoirava e dizia: Eis a minha poesia Tão modesta, tão pequena, Saída da minha pena...⁠ (Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 11-10-2023)