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Frase de Barroes

Amo-te A minha alma continua sonhando No broto que se renova a cada dia No abandono do meu corpo no seu Enquanto eu acordo pela manha Sonho que real possa um dia ser Nas palavras que só teu olhar me diz Viver ao seu lado, face a face Amar-te de verdade e minha liberdade Amo-te como homem, amigo, e amante Amo-te mesmos que seja devagarzinho Amo-te mesmo que como um passarinho Amo-te no silencio da minha cama Amo-te como ninguém te ama Amo-te porque os loucos são devassos Amo-te como a noite e clara e muito rara Amo-te por não ter medo da desilusão Amo-te mesmo que a distancia seja o limite Amo-te com todo ardor e os meus desejos Amo-te de todo o meu corpo e mente Amo-te como eu sempre devia te amar Amo-te como um oceano de águas vivas Amo-te por ser meu Lanzarote Del lago Idolatrar sua real vida de realeza Em segredo no meu pequena castelo Amo-te por ter a necessidade de te desejar Amo-te porque sou todo seu por inteiro Amo-te por eu ser um bobo e apaixonado Amo-te e ninguém vai me para de te amar Amo-te por eu ser capaz de te amar Amo-te até com sorriso, com lagrimas Amo-te com a infinito graça de te amar Amo-te por ter muito a lhe oferecer Ofereço-me um orvalho sobre a relva Meu coração e toda sua paixão Meu corpo com sua qualidades e defeitos Minha pequena e sagrada vida Meu silencio que viola seus ouvidos Com indecentes sedução e com razão Meu fervor, minha amizade e meu amor Minhas lagrimas que cai de saudades

Barroes

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Pensador.com

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Outras frases de Barroes

Meu amor, só o tempo é que pode roupar você de mim.
vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação;
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vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação; Apenas meu espírito hiberno na solidão. Encontro minhas forças na solidão; Não tenho medo das fortes ventanias; Mas da saudade que me escraviza; E na covardia faz calar meu coração. O tempo vai passando sem dar explicação; Engraxando de resignação meu destino; aponta na repartição as falhas do meus cabelos; Enfraquecendo meu vigor, apagando meu lampião. No escuro caminho sem ter satisfação ; Penetra no pulmão o ar da condenação; Palpitando no meu coração a destruição; Libertando para o domínio eterno, a solidão.

Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me;
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Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me; Perdido na conexão do destino. Repousa as heras da carência afetiva; Segurando nos tentáculos da minha alma; usufruindo dos seus benefícios; Amortizando a docência da decência. rasgando no deleito meus princípios; assoprando um vazio no meu viver; desordenando e tumultuando a harmonia; Petrificando meu pobre coração. Rescindindo meu singelo olhar; Meu ingênuo modo de amar; Angustiando com ilusões a felicidade; Que jamais a verei novamente.