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Frase de Alexandra florêncio

Você sabe como é não querer acordar? Você sabe como é se sentir sozinha dentro de um mundo onde você é o único erro? Sabe como é ter tudo para ser feliz e esse tudo se transformar em um nada? Você já procurou amor em muitas pessoas e nunca encontrou? Você já pensou em suícidio? Você já amou alguém de verdade? Você já teve que esquecer alguém? Você já se olhou no espelho e não se reconheceu? Já fingiu sorrisos?

Alexandra florêncio

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alexandra florêncio

Às vezes me pergunto o que minha vida seria como se nunca nos conhecêssemos. Seria mais simples? Sim. Seria melhor? Talvez. Mas ela teria sido incompleta.
Cansei, sinceramente, cansei. Sempre amei você, e não esperei nenhum amor em troca, sempre fui tão depende por você, sempre larguei tudo por você, sempre briguei por você. Cansei de te amar mais do que me amava. Eu odeio olhar para trás e ver como eu fui estúpida e me deixei leva…
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Cansei, sinceramente, cansei. Sempre amei você, e não esperei nenhum amor em troca, sempre fui tão depende por você, sempre larguei tudo por você, sempre briguei por você. Cansei de te amar mais do que me amava. Eu odeio olhar para trás e ver como eu fui estúpida e me deixei levar por algo que não me levava a nada. Você acha que eu sou o que? Um brinquedo? Não, eu não sou um brinquedo que você usa quando quer e depois deixa de lado. Eu me iludi, com a esperança de que pudesse dar certo, de que você realmente teria mudado e que finalmente ficaríamos juntos. Eu me iludi com a esperança que essa dor de não te ter acabaria. Me apaixonei por você, e isso foi meu grande erro. Me apaixonar por você era como pular de um prédio bem alto: Seu cérebro lhe diz “Isso não vai dar certo, não faça isso”, mas seu coração diz “Você pode voar”. Aprendi com você, que o meu amor nunca era o suficiente, acho que nada era suficiente para você. Você não acreditava nos meus sentimentos por você, mesmo depois de tudo, mesmo depois de todas as lagrimas, depois de todos os ciúmes, depois de todas às vezes, que você me deixava de lado e eu otária ia correndo atrás de você, te esperava, pedia desculpas, implorava o seu perdão, ou até mesmo depois de todas as vezes que eu passei em claro. Diga-me, agora, por quê? Eu não sou boa o suficiente? É isso? Ou será que o meu amor não é o suficiente? Ninguém nunca vai ter amar como eu, ou o tanto quanto eu. Por que o meu amor não é o suficiente? Você já percebeu que você um dia me faz feliz e no outro me machuca? Afinal, me diz… O que aconteceu? Antigamente, eu era o amor da sua vida, a sua paixão, a sua garota, a sua futura esposa e hoje o que eu sou? Era tudo mentira? Por que antes de começar acabou? Diga-me. Cansei, cansei de esperar que tudo der certo, cansei de me humilhar, cansei de acreditar que “nós” um dia iria acontecer. Eu te amo, eu te amei, vou te amar… Mas, talvez agora seja realmente o afim.

Nós, que conhecíamos tão bem um ao outro, somos hoje perfeitos estranhos. Horas poderiam ser gastas falando sobre tudo que nos aconteceu, e não bastaria. A gente pensa que amizade é pra sempre, que, quando a gente for velhinho e lembrar tudo que aconteceu. Hoje, caminhamos na mes…
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Nós, que conhecíamos tão bem um ao outro, somos hoje perfeitos estranhos. Horas poderiam ser gastas falando sobre tudo que nos aconteceu, e não bastaria. A gente pensa que amizade é pra sempre, que, quando a gente for velhinho e lembrar tudo que aconteceu. Hoje, caminhamos na mesma direção; talvez juntos, mas afastados. Não poderia ser de outro modo. Jamais seria. Preferiria um mundo menos cinza, menos irônico e auto-defensivo. Só que não é uma questão de escolha. Nunca foi. Não brigamos, mas nos afastamos. Estranho ver alguém que, em certa época da vida, já foi confidente, de trocar segredos, e emprestar consciência. E hoje é um desconhecido. Alguém que já soube de minhas dores, risos e desamores, das minhas rimas cafonas, das inseguranças noturnas e paixões oblíquas. Como uma roupa usada, que ficou pequena ou gasta com o tempo: não cabe mais e tão pouco reconhecemos sua utilidade no presente, sequer há falta ou ausência latente – se houvesse, teria mantido junto, e não sumido. Mas já fez parte de alguma história, da minha vida. De mim.