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Frase de Fernando Minari

Direito à Opção Diretas, não dúvidas. Objetivos, não jogos. Mais me ganha a sinceridade que a hipocrisia. Mais me ganha o prazer momentâneo que a ilusão eterna. Assusto-me com a mentira, com a roubalheira sentimental (vide o conceito de roubo e me entenderá). Não me venha com lábias mal pagas: eu me afastarei. Venha com a louça limpa sob a mesa de vidro, onde veja seus pés. Não é dádiva. É vida. Com a vida não se brinca (nem com o coração). Não se brinca com a minha, nem com a sua. Com a de ninguém. Mais me cativa o limpo breu, que o paraíso artificial. Mais me cativa o preto no branco, que o branco no branco (se é que alguém me entende). Prefiro ser realista ao ser sentimental (mesmo não conseguindo). Ser racional ao ser ingênuo (mesmo não querendo). Talvez seja do tipo “romântico” (como me definiram e confesso, achei fofo). Ou do tipo “na minha” (como me defino). Independente do tipo, da qualidade ou do rótulo, ainda sim, mais me ganha às verdades nojentas que as ilusões adocicadas. Mais me enraízo no terreno aberto do que em um labirinto confuso. Prefiro ter visão e não cegueira. Sou a favor da opção (de sofrer ou não), ao invés da ilusão.

Fernando Minari

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Defronte-se todos os dias. Contra a parede. Contra si mesmo. Defrontar-se causa medo, causa pânico. Pânico bom, pânico suave, mutação. Conheça-se a si mesmo. E caso meu conselho esteja errado... Prometo: defrontar-me-ei mais uma vez.

O Ganho O problema não está em aprender a perder. Está em aprender a ganhar.
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O Ganho O problema não está em aprender a perder. Está em aprender a ganhar. Se ganha todos os dias. Ganha-se sempre da vida. Por que acreditamos na perda e não no ganho? O ser entende a perda, mas não o ganho. O ganho está. Sempre esteve. É assim! É óbvio. É lógico. O ser veio para crescer, para somar. Se não fosse, nem a perda seria crescimento. Perder não é rotina. É exceção. Tem que ser! Mas são as perdas que refletem. A parda se destaca no ganho. Exceções se destacam. Assim, como a flor amarela se destaca no pasto verde. Como um olhar profundo, frente ao espelho... Que construiu uma promessa de nunca mais amar. No entanto, a perda perdeu-se, assim como o espelho... Que se quebrou, junto à promessa feita. Os cacos no chão formaram-se esperança. E a cegueira, sem reflexo, sem raciocínio, se tornou singela. Então, num instante, ele deu-se por si: ele havia se traído. Ele havia se pecado. Ele estava amando. E não era amor próprio. Era amor a si e a outro. Outro ser, outra história. Nova página, novo reflexo. Um novo caminho, um novo espelho. Uma nova perda e um novo ganho.