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Frase de Júnior Paixão

⁠Sob o céu cinzento, a chuva cai incessante, Um enredo sombrio se desenrola adiante. O destino cruel tece sua trama trágica, Onde armas e lágrimas marcam essa epopeia triste e dramática. Dois amantes, outrora unidos pelo amor, Agora envoltos em ódio e dor. Gotas de chuva caem como lágrimas do céu, Testemunhas silenciosas desse desfecho cruel. Palavras afiadas como lâminas, cortam o ar, O amor outrora intenso agora é dilacerado, sem reparar. Em um turbilhão de emoções violentas, As armas são erguidas, lançando sombras macilentas. No momento fatídico, o tempo se congela, A chuva, testemunha muda, não revela. O som do disparo rasga a atmosfera úmida, A tragédia culmina, a vida é subtraída. As armas caem, impotentes e inertes, Enquanto a chuva persiste, testemunha destruída e inerte. Dois corações que uma vez bateram em uníssono, Agora silenciam, abraçados pelo destino desumano. E assim, o enredo trágico se conclui, A chuva continua a cair, como uma melodia de adeus. Nas páginas deste poema sombrio e triste, Uma história de amor e dor que jamais será esquecida. Que essa tragédia nos lembre da fragilidade da vida, E das consequências de escolhas impensadas e perdidas. Que a chuva lave nossas almas, trazendo redenção, Para que jamais repitamos essa triste canção.

Júnior Paixão

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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