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Frase de Deusdedith Manuel

Só amei você desde que te conheci. Apeguei-me no teu olhar. E não consegui resistir. Fiquei louco sem o teu amor. E não posso dizer que não te amo. Porque não consigo fingir. Tudo o quanto eu sei nesta vida é amar você. É saber como os teus olhos são tão brilhantes. E como os teus sorrisos são fascinantes. Eu não sei, mas amar ninguém a não ser você. Os meus olhos fixaram a sua imagem. E não consigo te esquecer. Agora eu peço que seja minha mulher. Minha mulher, minha mulher... A minha alma deseja-te. E o meu corpo te quer ter. No fundo dos meus sonhos guardei o teu nome. O teu cheiro o teu perfume. Nasci para ser teu. E você nasceu para seres minha. De joelho eu peço-te que seja minha mulher. Minha mulher, minha mulher...

Deusdedith Manuel

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Pensador.com

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A vida parece ser um orifício. Andamos, falamos e cantamos. Mas também sentimos a dor do nosso fracasso.
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A vida parece ser um orifício. Andamos, falamos e cantamos. Mas também sentimos a dor do nosso fracasso. Pensei q um dia teria de partir. No mar na, floresta no deserto onde quer que fosse. Mas esqueci-me de colocar na mente que também iria de cair. Num olhar profundo e tão doce. Choram as minhas lágrimas de tristeza. Entornado-se constantemente. Nesta profunda natureza. Caindo sobre a minha mente. Pesa-me acreditar que hoje é o meu fim. Estou enclausurado nesse orifício e não consigo fazer nada. Porque é q a vida tem que ser assim. Hoje bem, amanhã entalada. Tudo quanto hoje eu sou, amanhã terei que deixar. Porque nada dura para sempre. Mesmo não querendo terei que aceitar. Para que não seja uma coisa de repente. A vida que nos dá paz é a vida que nos dá a tristeza. Nos enche de coisas maravilhosas sem erudmos o verdadeiro significado. Ensina-nos a viver no mundo real da beleza. E torna-nos calado.

Eu sei que não fui um homem perfeito Varias às vezes o teu coração eu magoei O teu amor eu descriminei
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Eu sei que não fui um homem perfeito Varias às vezes o teu coração eu magoei O teu amor eu descriminei Por motivos sem interesses E agora o meu coração quer-te de volta Vi que não consigo viver sem ti Sem os teus abraços sem o teu cheiro Eu não sei onde é que eu estava com a cabeça Quando abdiquei os teus sentimentos Mas agora eu quero-t de volta meu amor Aceita-me porfavor Vi que sem você eu não consigo viver Contigo as coisas são diferentes

Nada parece meu quando estou contigo. Sinto-me invisível e perdido no amor. Que até esqueço-me dos meus amigos.
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Nada parece meu quando estou contigo. Sinto-me invisível e perdido no amor. Que até esqueço-me dos meus amigos. Como eu sinto a força do teu calor. Apaixonei-me perdidamente nos teus olhos. Embrulhei-me no cheiro do teu perfume. Fiquei irresistível no teu nome. Como você me deixa sem jeito. Caí de repente no teu colo. Porque não conseguia mais ficar parado a olhar em você. Amor quantas noites eu choro. Para que você nunca me esqueça. Contigo eu aprendi amar perdidamente. Aprendi a dar paz ao amor. Como um inesquecível doente. Ficando a espera de um favor. Tudo sem ti é como se fosse um rio sem água. Um curral sem bois. Uma pessoa sem cara. É tão triste ficar sem o teu olhar. Sem ti, o mundo parece estar a desabar. Eu tenho medo de ser solitário e de perder o teu amor. Porque te tenho como a razão da minha vida. Tudo que eu peço, é apenas o teu amor. Tudo que eu peço, é apenas o teu amor.

Nasci e cresci! Nasci naquele bairro cheio de gentes humildes Cresci vivendo a base dos vizinhos
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Nasci e cresci! Nasci naquele bairro cheio de gentes humildes Cresci vivendo a base dos vizinhos Ganhando por todo lado a sua amizade E nunca me senti sozinho Lembro-me do sorriso da tia Mariana Que ocultava a tristeza nuns lábios repletos de alegria Que fazia da fuba o seu ganha-pão Da esteira o seu colchão O bairro que me viu a nascer! A rua que me viu a crescer Muitas vezes por ele eu chorei Ao fim de mais um dia Quando nas ruas repleto de pedra eu caminhei Cresci naquele bairro do gelado da mucua Saboreando as receitas da tia Luzia Aguentando a fila e a luta Um dia eu nasci, e hoje eu cresci Com camisolas esfarrapadas, andando descalço Comendo no chão, bebendo água turva, pedindo esmola Correndo atrás dos burros para o meu sustento Nasci naquele bairro acutilante Vendo os meus sonhos a passarem A minha vida excedeu sendo uma ferramenta desfarçante Vivendo o inezistível prazer Vivendo o fracasso do meu ser Pois ai eu vivi e com tudo eu cresci Nasci, e cresci!