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Frase de celso_nadilo

Diante o universo somos paradoxo que nasceu diante o caótico instante avançamos nos tornamos mais paradoxo da existência... Vejamos dentro nosso próprio paradoxo criamos novas possibilidades. Começamos entinhar no espaço mesmo assim dividimos átomos e também os colidimos para nosso próprio eprifacil desnaturado. Ainda mais profundo achamos flores no espaço... deixamos nossa vaidade nos alienamos diante a grandeza que carregamos somos apologia a Apocalipse. Vemos quem devia conduzir a nação para um novo espectro da evolução existencial cavamos a IA. Mais profundo sentido bigs tecs e as estrelas de plataformas apps requintam a alienação conectiva e intelectual... morremos em momentos insanos medonhos envergonhaso pois podemos ser mais o somos diante somos. O universo se silenciou gritamos apareçam somos humanos terrestres queremos sua tecnologia trocamos pelas terras raras do brasil. Derramando pensamentos fragmentos nossas dicção e ainda sim somos humanos. No distante mundo marte é habitada por somda robôs e no futuro androides. Para construir uma otupia dos humanos... novos horizontes se abriram. Os alienígenas vão olhar corram o humanos estão se proliferando. Ate os mais sábios correm de canibais...! crescimento do ser humano sensato e lucido pois o somos diante do universo poeira cósmica falante. Incapaz de ver cubismo universal e constante variavil de possibilidades e variações do universo sendo que mistérios e revelações serão descobertas e inovações de nos mesmo diante o universo. A poeira falante pensa.

celso_nadilo

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Pensador.com

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Através do caminhar das estrelas, as vemos morrer e tombar do céu. No dia em que formos nós a cair, seremos contemplados por outros seres, que verão nossos instantes em fragmentos esquecidos de luz. Nesse ponto, avançamos pelo universo ou seremos, enfim, capazes de compreender a…
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Através do caminhar das estrelas, as vemos morrer e tombar do céu. No dia em que formos nós a cair, seremos contemplados por outros seres, que verão nossos instantes em fragmentos esquecidos de luz. Nesse ponto, avançamos pelo universo ou seremos, enfim, capazes de compreender a beleza da existência? ​Vivemos em paradoxos, encerrados em cubos ligados a outros cubos na tênue finitude do espaço, tentando decifrar o mistério que intriga o próprio tempo — na simplicidade de apenas viver e existir, até que o tempo se torne a prova viva do inexplicável de sua passagem. ​Pois o impulso de tudo racionalizar costuma converter a intuição em protocolos frios, apagando o amor clandestino e a fogueira das infinitas possibilidades. Mas quando a fórmula finalmente se conclui, nada mais resta além da simplicidade: uma borda reluzente que contorna e transcende a própria realidade.

Luar frio, alma quase imperceptível aos olhares dos navegantes da vastidão. Entre sussurros e lamentos ecoados
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Luar frio, alma quase imperceptível aos olhares dos navegantes da vastidão. Entre sussurros e lamentos ecoados nas nuvens celestiais da solidão. ​Voz que como trovão incandesce o mármore do inferno de jade; ao longe, lágrimas de sangue escorrem mar a dentro, na profundeza sem fim. ​Criaturas fantasmas navegam nos sonhos mansos dos mortos. Tão belos olhos que mesclam o ar da planície esverdeada aos tesouros ocultos nas areias silenciosas do tempo. ​Mares bravejam as terras do norte, canais de sonhos dentro de pesadelos. Rios de fogo, clamores de um novo mundo: prólogo do próprio reflexo da entropia, envolto num pássaro que paira pelos céus buscando terras desconhecidas. ​E no sentido mais profundo, onde amantes vivem em estado divergente, o gelo finalmente derrete e forma um lago de água doce e límpida. ​Vozes ecoam — mulheres que parecem sereias tornam-se o algoz de um sonho. Na muralha do esquecimento, pende a interrogação sobre a linha massiva das eras. Soterrada num pesadelo, minha voz repousa em teus seios. ​Tão complexos ares do mundo... E depois deste mundo, as nuvens terão chuvas que vêm num assopro do vento? Pássaros cantando em meio à tempestade erguem-se soberanos como a fênix. ​Rios a dentro de nossas vidas, um instante eterno; avançamos nas estepes da geleira para o ermo mais distante do mundo, para ver seres fantásticos e suas existências magnânimas e emblemáticas. ​A flor que desabrocha no espaço, entre estrelas dilaceradas que observamos, será o combustível do futuro para outras galáxias. Novos mundos dentro do universo ressoam no alvorecer de um novo iluminismo. By Celso Roberto Nadilo