Frase de Vanda Costa, Cotia
Poema mudo Com a alma despida de beijos negados entrego nos versos meus dias escuros de trêmulos risos calados deixei -me ser esse poema mudo. Perdendo as minhas penas no vento dentro da alma, sabor de despedida E me calo nessa existência sentida turvo mundo surdo de pranto. Despida , peregrinam os sentimentos por minhas trilhas, por labirintos e sem medo, corro os riscos que minha alma acredita, desafiar o tempo. Nas tramas da noite, perdem o enredo do poema letras entrelaçadas, na urgência dos minutos costurando trovas, serenatas e cores Eu me enviarei a ti, cheia de flores. As horas são implacáveis no meu mar de ilusão os sonhos inventados buscando explicação viajante do tempo a velejar fantasias mera aprendiz nas ondas bravias. Exposta aos quatro ventos dançando entre as estrelas escuto pássaros cantando poemas ... de versos que eu ainda não escrevi No pouso forçado dessa poesia.
No pensador.ai desde