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Frase de Tássio Reis

⁠Ventinho Eu vejo O tímido vento que segreda sua admiração Pelas pálidas flores de laranjeira Que se soltam e flutuam até o chão Trocando carícias com o vento Eu imagino Leves flocos de neve que marcam a estação Viajando pelos caminhos secretos do vento Pelas curvas tempestivas de seu turbilhão Até pousarem como um tapete de marfim Eu lembro Do vento desenhando ondas no mar de verão Descabelando palhas dos pendulantes coqueiros Esculpindo em nuvens as tempestades que virão Vento nômade que cativou os que ficaram Me seduz O uivo do vento que parece uma canção Seus cheiros que contam histórias escondidas Serei sereno ao receber a concessão Irei morar no vento com suas magias

Tássio Reis

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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A vida me mata
Olho Eu olho aos teus olhos Não para me confessar
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Olho Eu olho aos teus olhos Não para me confessar Mas para saber aonde olhas Não olhas ao nada E nem a alguém Olhos que parecem pensar Olhos que merecem chorar Olho aos teus olhos Mas estes não correspondem E isto é mais doloroso Que te encarar Ou encarar tua ausência

O Rei O Rei contente Estava contentado
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O Rei O Rei contente Estava contentado Com toda fortuna Incalculável de ouro Mas tanto não bastava O Rei queria todo ouro Causando guerras Matando, destruindo Eis que surgiu Alguém maior E o tombou E o robou Mas o Rei viveu E fugira com a Rainha Quando Alguém se vingou Tirando da rainha a vida O Rei agora viu Que o ouro o cegara E em pranto Se matou