Frase de Alexandre Melo de Sousa
Por infindos momentos busco definir-me. Afinal,quem sou? Quem sabe a chuva que lança a areia no Saara, de Caetano? Ou mesmo a mosca que pousou na sopa de Raul? Sinto, por vezes, que sou eu mesmo o trocado por Pessoa... E outras vezes, pareço a garça triste que mora na beira do rio, de Alves... Seria eu o que deseja ficar no teu corpo feito tatuagem, como Chico? Não sei... Jamais saberei! Precisaria de duas vidas de infindos momentos para,pelo menos, supor!
No pensador.ai desde