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Frase de Marcio Barros

Depois que a 🐞 pousou em meu peito entendi por que éramos um. Não havia outro caminho para eles A não ser confiar Enterrar tudo que haviam feito de errado um para com o outro E continuar ... Não haviam nada no mundo que importasse mais do que estar juntos Eles não viviam momentos Eles eram o tempo Mas por que brigavam ? Medo ... Temor ... Ou talvez insegurança Quem sabe ? Talvez a briga fosse uma forma de viver mais intensamente o sentimento que tinham Ou a maneira errada de passar o tempo ... Ele dormiu mal Ela ficou durante a noite tentando resolver questões consigo Tomaram decisões E se lembraram da promessa que fizeram de não se abandonarem pelo resto da vida Dentro da cabeça deles só haviam o pensamento de amar o outro demais Além do amor razoável... Eles eram fornalha um do outro Qualquer distância Qualquer gesto Explodia em longos beijos e desejos E se desejavam tanto que nada ao redor importava para eles Nem os olhos famintos que os queriam demasiadamente Ele havia pensado no sabor da saliva que ela, em beijos, colocou em seus pensamentos No cheiro do corpo deles que era tatuagem e cicatriz ... Onde nunca mais teriam qualquer traço próprio que na fosse a unidade das suas almas Esqueceram as filosofias e religiões tradicionais Para escrever um história nova onde eram protagonistas do idílio Os dois andavam de mãos dadas mesmo quando não podiam Afinal, Nem eram mãos que se encontravam eram a conexão dos corpos que se buscavam em desespero para se fundir Sentiam um pelo outro algo além da vida e que negava a morte Faziam sacrifícios e doações nunca vistas antes em nenhum romance ... Estavam a um passo de não se soltar nunca mais e habitar um dentro do peito do outro Não havia sentimento mais perfeito ... E sabiam Mas por que brigavam ? Talvez por serem humanos e não acreditar na santidade do amor Ele não sabia a resposta . Ele se sentia mal por tudo que falará E nem sabe por que falou Queria se desculpar olhando nos olhos mas ante que o fizesse ela disse - Não ia embora, falei por falar ... Você sabe que te amo Ele na mesma proporção falou do amor que tinha por ela Ainda eram inocentes o amor deles não cabiam em palavras ... Ia muito além de tudo que era possível expressar ... Mas falaram assim mesmo Como ele estava errado de pensar que ela poderia magoa-lo Nunca ela faria isso ... Nunca quis... A intensidade de tudo que sentiam transcende o entendimento das vaidades humanas Ele já nem sabia dizer o que pulsava em seu coração Ele queria o ar dela O toque ... A presença Os pensamentos ... Tudo ... E nada ao mesmo tempo Era uma insanidade que curava a vida deles e os levava para o mesma direção Como e queria apagar tudo e prometer não julgar ou brigar mais Não podia prometer isso Tinha ciúmes imensos dela E não queria deixá-la por nada Então as palavras perderam o sentido dentro dele ... Ele a olhou e disse : Fica para sempre somos um só Amo você mais que o amor pode explicar Se calaram ... E ficaram em sintonia No silencioso toque de seus corpos Dedicados somente a unidade que se tornaram para eternidade

Marcio Barros

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Abandonado no dia dos namorados Parece filme de terror Abandonado no dia dos namorados
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Abandonado no dia dos namorados Parece filme de terror Abandonado no dia dos namorados Por que ela me deixou ? E agora meio embriagado Acho que entendi o recado ...

Sinto tanta saudade antes da despedida E tanto ciúme na sua ausência Mesmo com seu cheiro em todo meu corpo e sua imagem dentro da minha cabeça
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Sinto tanta saudade antes da despedida E tanto ciúme na sua ausência Mesmo com seu cheiro em todo meu corpo e sua imagem dentro da minha cabeça Morre na cadência, meu coração que bate ritmamente esperanto pelo seu retorno. Bebo uma taça de vinho esperando o seu chegar Mas em cada gole o tempo parece parar Todos os afazeres do dia perdem o sentido Por que deixou o seu não estar me deixar tão sozinho De repente, você chega e tudo passa ... Nada mais importa Nossas vontades de pedem Nos abraçamos com força E tudo faz sentido

o sono não veio como de costume talvez por que deixei a porta aberta ou por que estava cansado demais para o regalo quem sabe ...
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o sono não veio como de costume talvez por que deixei a porta aberta ou por que estava cansado demais para o regalo quem sabe ... com lesividade os ponteiros mudandam de posição e esse silêncio noturno me incomoda já não há pessoas na rua algumas nuvens no céu a brasa do cigarro parece um sol solitariamente, um gato busca no lixo um motivo todos reviram lixo. uns na rua outros na cabeça ... tenho tantos pensamentos dos outros em mim que nem lembro quem sou também não faz diferença queria tanto um veneno diferente uma dose lunar ou um solidário sol na noite ... acho que já falei de sol... falei, entretanto o cigarro apagou estou sem fósforos acendo outro na minha cabeça antes tivesse fogo no coração não tenho mais ... choveu muito no meu peito o gato foi embora ... eu fiquei podia chover lá fora em vez de veraniar nesse outono estou com fome nesse mundo sem repasto caia bem alguma poesia e um cobertor paúra demais saúde de menos talvez uns passos ou um banco na Praça espero que a cama me receba como amante pois os olhos estão pesados de tanto pensar esperto foi gato que deixou seu lixo na rua o lixo da minha cabeça eu continuo a levar

Ando nesta noite sem lua numa cidade sem muros sem casas ou pessoas há grutas, há deuses e um pouco de silêncio
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Ando nesta noite sem lua numa cidade sem muros sem casas ou pessoas há grutas, há deuses e um pouco de silêncio a rua de pedra conta a lenda do sangue que pensava ser revolucionário mas era também nada... era jovem e sonhava como jovem... não pode sonhar mais mortos e pedras só vivem em túmulos onde mães desejosa negam à Deus e lembram de pés pequenos e sujos que beijaram essa cidade me assusta... não que tenha feito mal aos jovens porém esse silêncio toca nosso coração como missa como elegia como o último gole daquela garrafa que jogamos no lago nunca houve violência nem homens aqui homens são criados por Deus e nada que Deus criou faria o quê foi feito não lave a rua , chuva deixe assim ... leio no vento uma súplica coloquial e e pesarosa de um rosa nascida com espinhos por afrota continuo a andar agora como sempre sem passos ou destino queria que meus olhos fossem teus para ver se encontro em mim o homem que diz que sou levo muitas almas comigo e nenhum amigo muita estrada e pouco pouso na certeza que paz existe no mundo que criou para nós dois no dia em que morremos adultos nas ruas de pedra da cidade sem homens...