Pular para o conteúdo

Frase de Vilmar Becker

Querido amigo, irmão guerreiro. Lágrimas são gotas de alivio da alma, hoje elas doem porque pesam muito na alma ter que liberá-las, mas amanhã o sol seca, e tudo se tornará mais claro, eu sei como se sente, e posso animá-lo dizendo que você pode esperar, que os seus voltarão para você, sabendo que você os ama, eles nunca deixarão você, o resto é resto, não estão conosco, apenas nos acompanham, e os mais valentes permanecem. Queria que a minha vida também fosse uma poesia, mas apenas escrevo o que conheço, e como conheço, se vivi cada sentimento, e minha empatia não deixa ninguém sofrer sozinho, pois cada lágrima sua também é uma flecha no meu peito. Algumas pessoas dizem que sou demais, acho que sou demais só pra quem não me suporta, e como não queria ser insuportável para ninguém tento ao menos me suportar, o que bem mais difícil, mas para você amigo, sou o suporte para o seu descanso, sou o ombro para seu apoio, sou sua coragem que ficou tímida no sofrimento, saibas que toda dor sentida hoje, é um passado de lembranças que ficarão somente na memória amanhã, e quando estivermos sentados proseando nossa árdua batalha sangrenta, lembraremos que essa foi apenas uma do nosso passado, que lutamos juntos, e juntos sofremos as percas vividas, mas a guerra continuou, e como soldados irmãos e guerreiros, continuamos pelos mesmos propósitos, alcançar a felicidade, mesmo que seja a fio de espada, estarei com você, como sempre estive. De um amigo e irmão

Vilmar Becker

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Vilmar Becker

Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tan…
Continuar lendo

Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tanto amor... quase tanto amor, como o que nunca recebi...

Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar…
Continuar lendo

Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar a minha outra metade pois já estou completo. A solidão me ajudou a recuperar o que com falsos amores, falsas amizades e falsas promessas tinha perdido... Graças a ela hoje sei o que sou, para onde vou, e o mais importante, o que realmente vale o meu coração. Então tenho uma relação estranha com a solidão. Por dias e meses me faz companhia, até que chegue alguém e me põe medo por um tempo, (costuma ser bastante tímida e quando vê que alguém se aproxima desaparece) mas não me deixa, vai e acompanha outra alma e depois volta para mim ... Quando volta quase sempre me encontra com o coração feito cinzas, destroçado e morto; mas não diz nada, só me rodeia e fica até que eu recupere o fôlego para continuar. E essa é a nossa relação; embora em ocasiões sou infeliz com ela porque eu sinto que é muito ciumenta, já que se há alguém por perto da minha vida ela não tolera e se vai, mas: o que posso fazer? Ela é assim e nunca mudará!... e é bom tê-la por perto por momentos, mas não para sempre, mas sei que ela entende. E a verdade é a única que volta depois de um tempinho longe, porque as pessoas que já prometeram, nenhuma voltou. Então, ela é fiel a mim e eu a desejo com paciência quando não está... Hoje ela me acompanha, assistimos a chuva cair da minha janela. Hoje ela está aqui, e não sei por quanto tempo vai ficar desta vez, costuma falar pouco e nunca me diz quando se tem que ir; mas hoje eu me agarro a ela com tanta força que por agora não quero deixá-la escapar.