Frase de Monica Campello
A PRIMEIRA TENTAÇÃO DE CRISTO A primeira tentação de Jesus (Mt 4:2-4) segue um padrão comum a todos os seres humanos: a concupiscência da carne. A concupiscência se revela na manifestação de um forte desejo de cometer pecados, i.e., na vontade de ter ou fazer coisas que desagradam a Deus. A concupiscência em seu sentido carnal implica todos os tipos de desejos físicos. Oportunamente, a referida paródia apela para um senso de sexualidade e desrespeito às coisas sagradas. ============================ Netflix e sua obra A primeira tentação de Cristo não ocorre da maneira como descrita no filme. Os eventos bíblicos correspondentes não acontecem como no filme. Talvez tenham tentado dar o seu melhor, mas talvez estejam precisando estudar a bíblia mais um pouquinho para que suas produções sejam mais fidedignas. Mas talvez tenha valido para eles a tentativa de vituperar Jesus Cristo com a esperança de receber os aplausos da sociedade. Eles já receberam o seu galardão (Mt 6:2,5; Ap 22:12). “Deus retribuirá a cada um segundo o seu procedimento" (Rm 2:6), apesar de dizerem que “depois se acertam com Jesus” por acharem que o juízo de Deus é algo fácil ou mesmo não existe. Talvez, Deus esteja mesmo querendo nos testar a nós cristãos para que saibamos até que ponto somos capazes de agir com a razão e a sabedoria diante de temas que polemizam a verdade escriturística. No entanto, é preciso aprender a equilibrar a flexibilidade e a radicalidade no livre exercício da nossa capacidade de decidir, escolher e julgar. Porém, é mais do que devido e prudente não nos deixarmos contaminar pelo que, de fato, afronta o Sagrado. Uma rede social, uma emissora, pode oferecer programações refutáveis, mas nem sempre todas o fazem. Mesmo a Netflix pode ter boas, saudáveis e respeitosas programações, mas essa em questão deve ser totalmente rejeitada pelo povo de Deus que o honra e o adora em espírito e em verdade. Nota: “A primeira tentação de Cristo” é uma paródia brasileira do diretor Rodrigo Van Der Put juntamente com o grupo Porta dos Fundos e a Netflix.
No pensador.ai desde