Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
UM OUTRO DIA Que hei de fazer, ó fado, sem ser amado quando a solidão chegar com o seu vão? Já não terei as mãos, a achada inspiração de um amor, dum sentimento imaculado Porém, desta poética do afeto banhado nas trovas duma prosa cheia de sensação restará saudade, e entre linhas, a paixão pouca, dum querer no tempo silenciado E quando lembrares, do que isto era... E que na recordação não mais sentir o perfume, a emoção, aquela poesia Eu lhe lembrarei que fui a primavera os suspiros do abraço, olhar, o sorrir e que hoje, na emoção, um outro dia! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 26/maio/2021, 09’27” – Araguari, MG
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde