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Frase de Tiago Amaral

Louca e Doente Sociedade Lojas, oficinas, casas, carros, ônibus, caminhões e fios para todos os lados. Como se fossem tecidos por aranhas gigantes e invisíveis. A viver nesse monte de pó e caos. O ar quase praticamente irrespirável e tão venenoso quanto um gás extremamente toxico. Cujo a sim como o cigarro, corrói os pulmões daqueles os respiram. E os caminhões e os ônibus parecem animais pré-históricos por seus tamanhos e os menores como os carros são como: gados, rinocerontes e elefantes. As pessoas parecem feras, mas domadas, domadas pelos sistemas, domadas pelo próprio governo e pela falta de virilidade entre elas. Então estão mais para meros robôs na sociedade do quer para feras. Estressadas, apressadas, doentes, correndo contra o próprio inimigo que é o próprio tempo os matando lentamente com toda sua frieza de não dá tempo para nenhum deles. Os observo através dos meus olhos com minha própria loucura e acompanhado de um sentimento de nervosismo tranquilo como uma espécie de meditação. Toda aquela agitação e caos humanos. E isso é a sociedade só um monte de pó e lixo, cidades empoeiradas, onde o ar puro não se faz presente nem docemente. E tudo que eu queria era está eternado em algum hospital psiquiátrico, pôs não nasci pra viver nessa selva selvagem de puras arvores de concretos, mas nem o próprio hospital psiquiátrico e a me querer por lá. E todo esse falso conformismo, toda essa falta de virilidade desse povo, seria facilmente retirada e a sim eles mostrariam o seu verdadeiro instinto humano. Tirando a, luz, e o país viraria um caos, repletos de bestas infernais. Olhe para trais, mas para a direção do mundo e o rejeite. E siga em frente para se perder nas montanhas. O mundo é só um monte de pó e lixo, cidades empoeiradas, castigadas pelo calor do sol. Cheias de pessoas estressadas e preocupadas e hipócritas. E de um, ar, tão toxico, um presente nocivo deixado pelas mãos homem. O que, Deus, cria com sua infinita sabedoria e amor. O homem simplesmente o destrói tão facilmente. Então para aqueles que um dia venha me procura, saiba que estou bem e que não tenho nada para oferecer a ninguém. E provavelmente vou está passando e vivendo por mais de 100 dias, em lugares nos quais vocês morreriam em apenas 4 dias. Sou um selvagem por natureza, extremante forte, resistente e atlético. E um vagabundo intelectual, um artista sem nada a perder, além da própria vida. Não quero ser procurado e muito menos encontrado a não ser por Deus e pela mãe natureza. Te amo tanto mãe, que você não faz ideia do quanto, eu te amo. Quero gritar bem alto como gritou o jovem e eterno selvagem; aventureiro, Christopher McCandless, Gritar na imensidão do nada: “Tem alguém ai!!!” E espero não ouvir nenhuma resposta humana, não ser que seja de alguém tão livre e louco quanto eu. Ou apenas ouvir o som de todos os animais das florestas. E eu nascendo de novo dessa vez do ventre da natureza e mais próximo de Deus possível, amo tudo e a todos.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.