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Frase de Simone Emanuelle Oliveira

Mas que culpa eu tenho se no meu arco-íris existem mais de mil cores? Cada dia que acordo, quando coloco o pé no chão, sinto alegria e um fiozinho de esperança que inunda o resto do corpo! Sinto muito, mas não tenho culpa de ter nascido assim de cara pro Sol e sorriso pro vento, com meus defeitos e manias, medos e culpas, acertos, erros... Desculpa, mas teoricamente não importa quem eu sou! Eu não preciso que me conheçam, eu preciso que me sintam! Eu sou de lua, de sol, de vento, de cheiros, abraços, afetos, de música e poesia! Não tenho rótulos, regras, muito menos um manual de instruções. Eu sou só o momento que vivo, o instante, o aqui, o agora: uma pisciana que carrega na mala 22 primaveras, um pensamento positivo e um coração aberto!

Simone Emanuelle Oliveira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Simone Emanuelle Oliveira

Não sou uma mulher completa! A idéia do completo me traz uma sensação de finitude e, particularmente, não gosto de fins. Eles não existem, são apenas desculpas! Todo suposto fim é sempre um novo começo. Começo de novos tempos, nova vida e de novos sonhos.
A gente nunca sabe o que é melhor, nunca sabe que decisão é mais certa, que caminho é mais seguro. Se é que há caminho seguro nessa vida! O amor não basta? Será que mágoa não tem cura? Ou talvez eu seja alguém realmente difícil, talvez eu tenha aquilo que chamam de orgulho, mas…
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A gente nunca sabe o que é melhor, nunca sabe que decisão é mais certa, que caminho é mais seguro. Se é que há caminho seguro nessa vida! O amor não basta? Será que mágoa não tem cura? Ou talvez eu seja alguém realmente difícil, talvez eu tenha aquilo que chamam de orgulho, mas não, não é. Eu sei que me sinto revirada por dentro, minhas idéias são contrárias e se misturam de forma que nunca entendo! Só sei que é dele que eu gosto. É dele o meu último pensamento da noite e o primeiro do dia. É pensando nele que escrevo e pertence a ele a lágrima que cai e borra o papel. É o cheiro dele que sinto quando a saudade aperta, é da risada que lembro, é do filme com pipoca agarradinhos no sofá. Porque eu sei que eu não caibo em outro abraço.

Engraçado, agora parecemos dois estranhos. Aquele amor ficou parado ali mesmo, no meio da estrada, de bagagem pesada, só com a roupa do corpo, sem saber que rumo seguir, sem mim, sem você, sem carona, sem atalhos nem mapas. O nosso amor vaga: com sede, com fome, com lágrimas. E e…
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Engraçado, agora parecemos dois estranhos. Aquele amor ficou parado ali mesmo, no meio da estrada, de bagagem pesada, só com a roupa do corpo, sem saber que rumo seguir, sem mim, sem você, sem carona, sem atalhos nem mapas. O nosso amor vaga: com sede, com fome, com lágrimas. E espera, espera um dia a nossa volta, espera que um dia, feito criança, o carreguemos no colo e brinque e sorria como era de costume fazer nos piqueniques de domingo. O tempo passa, o vento passa, a paisagem passa, o amor não passa. Ele fica! Caminha a passos lentos e exaustos, as malas pesadas de recordações já puíram, arrebentaram e ficaram pra trás. Os olhos cansados já não enxergam a longas distâncias, já não me reconheceriam, nem reconheceriam você. Nosso amor é uma moldura sem retrato em busca dos rostos que antes ali sorriam! É um vão eterno entre mim e você. O amor envelhece, a memória desgasta, as lembranças se vão, os sentidos enfraquecem, mas lá no fundo tem uma coisa que ainda queima, e arde, e dói! Aí acontece que o amor não espera mais por mim nem por você, espera por alguém, qualquer alguém que o leve e cuide e guie e queira bem. O amor não passa, não acaba, adormece. Se vai aos poucos na esperança de um dia saber como voltar!