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Frase de Ludwig Plateau

Eu preciso esquecê-la! Pra sempre é pouco tempo! Não quero mais ver, nem sentir, nem chorar, esperar... Eu preciso esquecê-la, para que meu coração parar de mandar oxigênio para um amor sem história. Sem pé nem cabeça! Mas isso já basta para um roteiro de um filme sem nexo, sem fim onde não quero ser apenas um coadjuvante ou o herói que morre no final. Quero viver no final! Mas eu preciso esquecê-la! Ainda que tenha sido especial! Como eu poderia conseguir esquecê-la? Para que mandar-me ao paraíso e me trazer de volta a realidade, sem que eu possa ao menos fechar os olhos, e sentir a brisa me carregando até lá? Para que levar-me até as estrelas e apagar as suas luzes? Tantas viagens que acabam sem chegar ao destino. Isso é realmente o destino? É nunca chegar? Odeio o jeito q o destino brinca, como uma criança inocente! Odeio os caminhos que ele me leva! Odeio o som do silencio da ida! Odeia a notícia da chegada! Odeio a razão da partida! Odeio seguir te seguindo! Odeio seguir te amando! Estou na terra onde os bons se tornam maus por um simples suspiro. Corriqueiro. Ó dor. Psicossomática. Tudo bem, destino! Me guie por esse caminho sem trilha! Numa das viagens, talvez você me ensine a espalhar migalhas! Ensina-me a espalhar as migalhas! Ensina-me que esse poderia ser o caminho de volta! À volta pro novo começo... Existe volta pro começo? Tudo bem, Destino! Você pode depenar as minhas asas, mas nunca me impedirá que elas cresçam novamente!

Ludwig Plateau

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu me rendo Eu sou patético! É! Confesso!
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Eu me rendo Eu sou patético! É! Confesso! Hoje, patético é o que sou! Confesso eu! Como pude guardar tanto amor? Ou seria rancor? Como pude não dizer nada para ninguém além das estrelas que sempre se mantém silenciosas; Silêncio que grita cá dentro; Ou para o sol, que parecia fugir lentamente só voltando no outro dia, apenas para ver se eu ainda estava aqui; Como pude não perceber que quem eu mais preciso está junto comigo, e, não, sabe-se lá onde; Por que eu ainda me surpreendo de como mudam as pessoas quando mudam os interesses? Como mudam rápidos os interesses! E quem faz um mudar? E o outro? Como sofre o amor para se fazer presente! Como sofre o amor para se manter interessante! Mas, por que ele não muda? Como posso sentir ainda? Tanto tempo se passou... Se já não tinhas interesse em mim antes, quem dirá agora! Patético eu sou. Patético por saber que só o amor não basta, e insistir nisso; Patético porque eu amo de verdade, com intensidade e sem vaidade; Patético porque da próxima vez, vou amar da mesma forma; Patético porque eu não sei definir aquilo que eu sinto, se é bom ou ruim, fugaz ou infinito; Patético porque sei que no mundo não há lugar para os que sentem, que choram, lutam por aquilo que amam... Patético porque troquei a mim mesmo por algo insignificante; E acabei me tornando insignificante para mim mesmo; Tanto, que chego a ser...patético.

Amo-me tanto, que presenteei-me com teu sorriso; Amo-me tanto, que presenteei-me com tua silhueta; Amo-me tanto, que presenteei-me com tua constância;
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Amo-me tanto, que presenteei-me com teu sorriso; Amo-me tanto, que presenteei-me com tua silhueta; Amo-me tanto, que presenteei-me com tua constância; Amo-me tanto, que presenteei-me com a constelação dos teus olhos; Amo-me tanto, que tanto amo-te.