Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
TEIA DO DESTINO Já enfrentei o meu sol talvez divino Olhar sagrado onde o corpo arde Despida com o tempo que cansa O sino que vem desta pobre alma Onde o vento leva no ar as cortinas Rasga as paredes como teia do destino Por temor impede que brote o sangue Envolto nas chamas de um belo sonho Perdi o rastro de alguém que cortasse Desatasse o orgulho de um ser covarde Com muita sutileza desarma o coração Dessa nudez que o cego não vê e teme Sobre uma estante de medos de sangue Que se revela ao toque do sino da igreja Pecado de um passado aparece mais forte Invencível teia em qualquer época do ano.
No pensador.ai desde