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Frase de Anderson Cruz

Não deixa ninguém invadir o teu jardim, ocupar o seu espaço, roubar o que é teu. Luta por teus direitos, mas luta mesmo, sério, vivo, sem descansar. Imponha-se nesse mundo, mostra tua arte, teus efeitos, teu amor ou tua causa. Seja alguém, transforme sua vida, sua história... e a história de alguém mais ou do mundo. Vamos, corra, e lute. Vença! Seja um orgulho, um exemplo. Torne-se imortal! Não mo rra em vão, não seja facilmente esquecido, cause polêmica se for preciso, mas seja lembrado. Desopile, pare de reclamar da vida - não seja uma vítima do acaso, construa seu destino. Deixe de passividade e trate a ação como art. 1° de sua vida. É fácil conquistar, é fácil ser grande. Repito: torne-se imortal. A vida é eterna nas lembranças e nada mais deprimente do que ser lembrado como um "João Ninguém". Shakespeare uma vez falou: "Nada é tão comum como o desejo de ser extraordinário". Eu, contemporâneo, afirmo: "Seja o cara!", mas seja de forma louvável, que não reste dúvidas do que você é capaz. Eu sei que você pode ser grande. Vejo a grandeza dentro de você e por isso digo: Liberte-se! Torne-se, de fato, a pessoa para qual você nasceu para ser: SUPREMA!

Anderson Cruz

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Anderson Cruz

Na saúde mental, saudável é aquele que sempre experimenta o novo; o novo a cada instante, mesmo que o mundo permaneça velho.
Hoje durante o serviço, vendo tanta dor por parente falecido, lembrando da minha dor, da minha mãe, me veio - dessa vez de surpresa, um poema do Francisco Otaviano que há muito não passava na minha cabeça: "Quem passou pela vida em branca nuvem, E em placido repouso adormeceu;
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Hoje durante o serviço, vendo tanta dor por parente falecido, lembrando da minha dor, da minha mãe, me veio - dessa vez de surpresa, um poema do Francisco Otaviano que há muito não passava na minha cabeça: "Quem passou pela vida em branca nuvem, E em placido repouso adormeceu; Quem não sentiu o frio da desgraça, Quem passou pela vida e não sofreu, Foi espectro de homem, não foi homem, Só passou pela vida, não viveu."

Quando gostar de alguém se torna um acidente triste de percurso é assim. Quando as voltas que se dá nos leva a lugar algum. Meio perdido, meio solto. Vazio. Quando a alegria de pensar em alguém cessa, quando surge o baque, a queda. Veio a rasteira. A rasteira que bobos damos em…
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Quando gostar de alguém se torna um acidente triste de percurso é assim. Quando as voltas que se dá nos leva a lugar algum. Meio perdido, meio solto. Vazio. Quando a alegria de pensar em alguém cessa, quando surge o baque, a queda. Veio a rasteira. A rasteira que bobos damos em nós mesmos quando admitimos estar com o coração aberto para amar de novo. Ah, amar... Saberia eu o que significa isso ou não saberiam os outros? O foco nesse lamento é outro. O foco é naquele exato momento em que você repara no seu reflexo e percebe que ele é burro. Que você é burro. Tonto. O reflexo ridículo de você mesmo refletido no espelho é a verdade sobre você. A triste realidade. Carregando tantos anos nas costas, e tonto. Tão orgulhoso por ser ciente de si mesmo, e tonto. Tão maduro, tão sadio, tão pé-no-chão, e tonto. Burro, dessa vez, não por ter tentado quando prometeu não mais insistir, mas porque tentou usando as mesmas ilusões, repetindo tudo que fizera incontavéis vezes antes sem se dar conta, pelo menos não a tempo de evitar ser atropelado pelo próprio tormento sóbrio e confuso de estar só, de que não é mais do mesmo que se resolve o coração. Mais do mesmo agora: decepção. Acidente de novo. Chama o reboque, prepara o primeiros-socorros e vem, abraça essa quarentena para se curar novamente. E vai. Mal de quem acredita demais: cicatriz.